24/06/2014

JESUS, o vencedor sobre a morte.

Há vinte séculos, no reino montanhoso de Sakya, actualmente conhecido como Nepal, nasceu um jovem príncipe. Desde o seu nascimento, os seus pais educaram-no para ocupar o trono, mas, com a idade de trinta anos, ele abandonou os prazeres palacianos e a família para se converter num monge itinerante. Após um período de intensa busca religiosa e de profunda luta mental, converteu-se em Buda, o iluminado. Hoje, milhões de pessoas repetem a antiga fórmula de oração: “Refugio-me em Buda.”
Os Cristãos estão acostumados a pensar que Jesus é considerado como a figura suprema em todas as regiões, mas não é assim. A história das religiões apresenta grandes figuras espirituais cujas vidas e ensinos são hoje honrados por milhões de pessoas. A doutrina hindu dos avatares, por exemplo, ensina que há múltiplas manifestações de Vishnu em seres terrenos. Nos templos hindus encontram-se quadros de Ram e Krishna (avatares de Vishnu) junto a quadros de Buda e de Mahatma Gandhi.
Nos países islâmicos, o nome de Maomé, o maior dos profetas de Alá, tem total preferência em comparação com Jesus. Igualmente em comparação com Jesus. Igualmente os partidários do jainismo consideram Mahavira (“o poderoso conquistador”) como seu exemplo no caminho da salvação, enquanto os Persas lembram os ensinos do nobre Zarathustra da antiga Pérsia.
Com que direito, então, os Cristãos enaltecem superlativamente a figura de Jesus? Não deveria Ele ser colocado entre os grandes mestres religiosos dos povos, em vez de ser colocado acima deles? De modo algum. Jesus sobressai extraordinariamente em comparação com os gigantes espirituais dos séculos. Esta não é a mera opinião particular de um Cristão. No intercâmbio de ideias com pessoas de todos os credos, os Cristãos têm percebido com frequência a reverente admiração que os demais têm acerca da pessoa de Jesus.
O que exalta Jesus acima de qualquer outra figura religiosa? Basicamente, um facto: a Sua ressurreição. O Seu nascimento, os Seus atos de misericórdia, os Seus feitos poderosos, a Sua trágica morte, todos estes pontos podem, de algum modo, encontrar algum paralelo nos escritos sagrados de outras religiões. Mas na Sua ressurreição, Jesus é absolutamente único.
Buda morreu sob o peso dos anos e foi cremado pelos seus discípulos. Zarathustra foi morto num campo de batalha. Maomé morreu na cidade de Meca no ano 632 da nossa era. E cada uma destas religiões enfrentou um problema crucial. Quem será o sucessor do fundador?
Jesus Cristo também morreu. Mas dentro de 36 horas que se seguiram ao Seu sepultamento, o Seu corpo já não estava na tumba, e imediatamente começou a circular a assombrosa notícia de que Ele tinha ressuscitado de entre os mortos. O Cristianismo não teve de lidar com o problema da sucessão. A jovem Igreja estava consciente da presença de Cristo ressuscitado.
Notemos três características da afirmação da ressurreição de Jesus feita pelos Cristãos da Igreja Primitiva.
A Ressurreição é misteriosa. Não tentaram explicar como Cristo ressurgiu de entre os mortos; simplesmente proclamaram o facto de que Ele voltara à vida. A ressurreição é um ato de Deus, que transcende totalmente as explicações naturais.
O Cristo ressuscitado é o mesmo ser que o Jesus crucificado. Embora depois da Sua ressurreição, Cristo pertencesse a uma nova ordem, continuou  a ser o Jesus que os discípulos conheciam. O Cristo ressuscitado não é uma visão, uma esperança, um ideal ou um desejo; é o mesmo Jesus que foi sepultado, embora existindo agora numa forma glorificada.
A ressurreição é a vindicação do Crucificado. A glória da ressurreição transforma a desgraça e a humilhação da cruz, mostra que a cruz em si foi um instrumento para cumprir os propósitos divinos. Desse modo, a crucificação e a ressurreição são dois lados da mesma moeda, cada um carente de significado sem o outro.
Por estes atos básicos, e outros que poderiam ser acrescentados, a religião de Jesus sobressai como única entre as religiões da Humanidade. Como nenhuma outra fé, apoia-se em factos históricos. Não é meramente um conjunto de belos ensinos, uma teoria filosófica. É, antes de tudo, a afirmação de que um carpinteiro crucificado foi o divino Salvador do mundo e de que Deus colocou o Seu selo de aprovação sobre Ele, ao ressuscita-l´O de entre os mortos. Se passamos por alto a história da cruz e da ressurreição de Jesus, o Cristianismo desaparece. Jesus foi único na Sua ressurreição.
Breve análise bíblica sobre a ressurreição de Cristo.
1.      Predição nos Salmos.
“Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.” Sal. 16:10
2.      Comentário de Mateus.
“Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.” Mateus 12:40
3.      O poder dos discípulos, após a ressurreição de Jesus.
“Quando, pois, ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito.” João 2:22
4.      Como agiram os principais dos sacerdotes e os fariseus sabendo das palavras de Jesus antes da ressurreição?
“62  E no dia seguinte, que é o dia depois da Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de Pilatos,
63  Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei.
64  Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o último erro será pior do que o primeiro.” Mateus 27:62-64
5.      Qual foi a reacção de Pilatos face ao pedido dos sacerdotes e fariseus?
“65  E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes.
66  E, indo eles, seguraram o sepulcro com a guarda, selando a pedra.”
Mateus 27:65-66.
6.      Puderam eles impedir a ressurreição?
“1 E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
2 E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela.
3  E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve.
4  E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos.
5  Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado.
6  Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.
7  Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.
8  E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos.
9  E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. ” Mateus 28:1-7 (ver Mar. 16:1-16; Luc. 24: 44-46; João 20: 1-9
7.      Seria possível ser Cristo detido pela morte?
“22  Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;
23  A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos.”
 Atos 2:23,24.
8.      Como fala S. Paulo da ressurreição de Cristo?
“3  Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
4  E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” 1ª Coríntios 15: 3,4.
9.      Quem diz o apóstolo, viu Jesus depois de ressurgido?
“5  E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.
6  Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.
7  Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos.
8  E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo.”
1ª Coríntios 15:5-8.
10.  Que ordenança cristã foi dada em comemoração do sepultamento e ressurreição de Cristo?
O baptismo, símbolo do novo nascimento” Romanos 6:3-5

Pr. José Carlos Costa


16/03/2014

INQUISITOR JESUÍTA - A Criação da Ordem dos Jesuítas e suas Práticas

Em toda a cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas - o mais cruel, sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o de estender o seu poderio. O evangelho de Cristo havia habilitado seus adeptos a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo frio, fome, labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em face do instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater estas forças, o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano. Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da supremacia papal.

   Quando apareciam como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e hospitais, cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível exterior, ocultavam-se frequentemente os mais criminosos e mortais propósitos. Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais. Toda a pompa e ostentação exterior do culto romano eram levadas a efeito a fim de confundir a mente e deslumbrar e cativar a imaginação; e assim, a liberdade pela qual os pais tinham labutado e derramado seu sangue, era traída pelos filhos. Os jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram seguidos de uma revivificação do papado.

   Para lhes dar maior poder foi promulgada uma bula restabelecendo a inquisição. Apesar da aversão geral com que era considerado, mesmo nos países católicos, este horrível tribunal foi novamente estabelecido pelos chefes papais, e atrocidades demasiado terríveis para suportar a luz do dia, foram repetidas em suas masmorras secretas. Em muitos países, milhares e milhares da própria flor da nação, dos mais puros e nobres, dos mais intelectuais e altamente educados, piedosos e devotados pastores, cidadãos operosos e patrióticos, brilhantes sábios, artistas talentosos, hábeis artífices, foram mortos ou obrigados a fugir para outros países.

   Tais foram os meios que Roma invocara a fim de apagar a luz da Reforma, para retirar dos homens a Bíblia e restabelecer a ignorância e a superstição da Idade Média. [...] (O Grande Conflito, p. 234-235, de Ellen Gould White)

Quem são os Jesuítas?

27/02/2014

Reverendo cita cinco pontos que o Papa precisa mudar na Igreja Católica

estatua de franciscoO pastor presbiteriano listou cinco pontos que o Papa deveria mudar, a começar pela rejeição dos livros apócrifos. Ele lembra que o Antigo Testamento é formado apenas pelo Pentateuco, livros históricos e proféticos e livros poéticos somando 39 livros.
“Evangélicos e católicos concordam quanto aos 27 livros do Novo Testamento, mas essas adições à Palavra são responsáveis pela introdução de diversas doutrinas estranhas, que nunca foram ensinadas ou abraçadas por Jesus e pelos apóstolos”, escreveu Portela.
Outro ponto que, na visão do pastor, o papa deveria considerar é rejeitar os mediadores. “Não acatar a mediação de Maria, e muito menos a designação dela como co-redentora, lembrando que o ensino da Palavra é o de que ‘há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem’
Em seguida Francisco precisaria rejeitar as imagens e acabar com a veneração a santos. Solano Portela lembra que a Bíblia condena a prática, portanto, se a Igreja Católica pretende proclamar a Palavra, ela terá que abandonar tal prática.
A doutrina do purgatório seria outro ensinamento católico que precisa ser refutado. Ela “não tem base bíblica e surgiu exatamente dos livros conhecidos como apócrifos”, disse o reverendo presbiteriano.
“Jesus e a Bíblia ensinam que existem apenas dois destinos que esperam as pessoas, após a morte: Estar na glória com o Criador – salvos pela graça infinita de Deus (Lucas 23.43 – ‘Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso’ – e Atos 15.11 – ‘fomos salvos pela graça do Senhor Jesus’), ou na morte eterna (Mateus 23.33 – ‘Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?’), como consequência dos nossos próprios pecados.”
Por último, Jorge Bergoglio precisaria rejeitar as rezas e ensinar os fiéis a se dirigirem ao Pai como Jesus Cristo ensinou. O pastor acredita que a ‘ficha’ ainda não caiu para a Igreja Católica quando o assunto é falar com Deus. Para ele as rezas, rosários, novenas e etc. são mantras religiosos, repetições que o próprio Cristo fez declarações contrárias. Fonte

26/01/2014

A Prova do Verdadeiro Cristão é a Comunhão com Deus por meio do Espírito Santo

“Tu és Deus que Vê”
2ª Cor. 13:14  “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” (negrito meu)
Este texto juntamente com Mateus 28:19 proporciona o resumo mais completo e explicito da doutrina da Trindade; no entanto, a ordem dos nomes da Divindade se dá aqui de forma diferente de Mateus. Na epístola de Paulo o nome do Pai em geral precede a do Filho (Rom. 1:7; 1ª Cor. 1:3; 2ª Cor.1:2); mas aqui inverte-se a ordem. A bênção de despedida no AT – a bênção aarónica – também de natureza tripla (Núm. 6:24-26). A prova de toda a verdadeira experiência cristã é o companheirismo e comunhão com Deus por meio do Espírito Santo.
E não há criatura que não seja manifesta na Sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos d’Aquele a quem temos de prestar contas. Hebreus 4:13. {EDD 6.1}
A vitória da verdade só é possível quando os obreiros levam consigo a permanente percepção da presença de Deus. Sempre devem compreender que há uma testemunha fiel de toda palavra, de toda transação, na vida familiar ou entre as pessoas. Em todo plano ideado, em todo esforço feito, Cristo deve assumir a direção. Em todo concílio os membros devem falar e agir como se a cortina fosse afastada, e vissem a si mesmos efetuando negociações na presença do universo celestial. Pois este é de fato o caso; todo o Céu está olhando para os obreiros. Ao planejar uma campanha dinâmica, não permitais que o próprio eu se torne proeminente; ele deve estar escondido, inteiramente escondido, em Cristo. ... {EDD 6.2}
Tudo quanto puder ser abalado, sê-lo-á, mas coisas que não puderem ser abaladas permanecerão. {EDD 6.3}
O Senhor requer nossas afeições não divididas. Se os homens não são sinceros, fracassarão no dia da prova e aflição e provação. Quando o inimigo dispõe suas forças em ordem de batalha contra eles, e a peleja parece ser renhida, na própria ocasião em que todo o vigor intelectual e capacidade, e todo o tato de sábia liderança, são necessários para repelir o inimigo, os que são irresolutos dirigirão suas armas contra seus próprios soldados; debilitam as mãos que deveriam ser fortes para o combate. Deus está provando todos quantos têm conhecimento da verdade para ver se é possível contar com eles para travar as batalhas do Senhor quando fortemente premidos por principados e potestades, e pelos dominadores deste mundo tenebroso e os maus espíritos nas regiões celestes. Tempos perigosos acham-se diante de nós, e nossa única segurança está em experimentar cada dia o poder convertedor de Deus — submetendo-nos inteiramente a Ele a fim de fazer Sua vontade e andar na luz de Sua presença. 1 Pedro 2:9. {EDD 6.4}
Agora que estamos precisamente nas fronteiras da terra prometida, que ninguém repita o pecado dos espias infiéis. Eles reconheceram que a terra que foram ver era uma boa terra, mas declararam que os habitantes eram fortes, que havia gigantes ali, e que eles mesmos, em confronto, eram como gafanhotos à vista do povo e à sua própria vista. Todas as dificuldades foram exageradas e se transformaram em obstáculos insuperáveis. ... Assim eles imbuíram toda a congregação de sua descrença. — Manuscrito 6, 1892.
O Representante de Cristo
Mas Eu vos digo a verdade: Convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-Lo enviarei. João 16:7. {RP 12.1}
O Consolador é chamado “o Espírito da verdade”. Sua obra é definir e manter a verdade. Ele primeiro habita no coração como o Espírito da verdade, tornando-Se assim o Consolador. Há conforto e paz na verdade, mas nenhuma paz ou conforto real se pode achar na falsidade. É por meio de falsas teorias e tradições que Satanás adquire seu domínio sobre a mente. Ele deforma o caráter dirigindo os homens a falsos padrões. O Espírito Santo fala à mente por meio das Escrituras e grava a verdade no coração. Assim expõe o erro, expelindo-o da alma. É pelo Espírito da verdade, atuando pela Palavra de Deus, que Cristo submete a Si Seu povo escolhido. {RP 12.2}
Descrevendo para Seus discípulos a obra oficial do Espírito Santo, Jesus procurou inspirá-los com a alegria e a esperança que Lhe animavam o próprio coração. Regozijava-Se pelas abundantes medidas que providenciara para auxílio de Sua igreja. O Espírito Santo era o mais elevado dos dons que Ele podia solicitar do Pai para exaltação de Seu povo. O Espírito ia ser dado como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum proveito teria sido. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e espantosa era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa atuação da terceira pessoa da Divindade, a qual não viria com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele, o crente torna-se participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e para gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. — The Review and Herald, 19 de Novembro de 1908. {RP 12.3}
A Pomba Celestial
E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do Céu como pomba e pousar sobre Ele. João 1:32. {RP 13.1}
Cristo é nosso exemplo em todas as coisas. Em resposta à Sua oração ao Pai, o Céu se abriu e o Espírito desceu como pomba e pousou sobre Ele. O Santo Espírito de Deus comunica-Se com o homem e habita no coração dos obedientes e fiéis. Luz e força virão aos que sinceramente as buscam a fim de terem sabedoria para resistir a Satanás e para vencer em ocasiões de tentação. Devemos vencer assim como Cristo venceu. {RP 13.2}
Jesus iniciou Sua missão pública com fervorosa oração, e Seu exemplo evidencia o fato de que a oração é necessária para levar uma vida cristã bem-sucedida. Ele estava constantemente em comunhão com o Pai, e Sua vida nos apresenta um modelo perfeito que devemos imitar. Apreciava o privilégio da oração e Sua obra manifestava os resultados da comunhão com Deus. Examinando o registro de Sua vida, verificamos que em todas as ocasiões importantes Ele Se retirava a um bosque ou à solidão das montanhas e oferecia fervorosa e perseverante oração a Deus. Frequentemente dedicava a noite inteira à oração pouco antes de ter de realizar algum milagre muito importante. Durante esses períodos de oração noturnos, após a labuta do dia, despedia compassivamente Seus discípulos, para que pudessem retornar a seus lares, repousar e dormir, enquanto Ele, com forte clamor e lágrimas, extravasava a alma em ferventes súplicas a Deus em favor da humanidade. {RP 13.3}

Jesus era preparado para o dever e fortalecido para a provação por meio da graça de Deus que Lhe advinha em resposta à oração. Dependemos de Deus para levar uma vida cristã bem-sucedida, e o exemplo de Cristo nos abre o caminho pelo qual podemos ir ter a uma inesgotável fonte de energia, da qual possamos extrair graça e poder para resistir ao inimigo e sair vitoriosos. Nas margens do Jordão, Cristo orou como o Representante da humanidade, e o abrir do Céu e a voz de aprovação nos asseguram que Deus aceita a humanidade pelos méritos de Seu Filho. — The Signs of the Times, 24 de Julho de 1893

JOSÉ BATES, O PIONEIRO DA REFORMA ADVENTISTA.

O personagem mais interessante entre os fundadores da denominação adventista do sétimo dia foi José Bates, ele que na sua infância apenas tinha o desejo de ser marinheiro, e estaria no pináculo da glória se somente realizasse uma viagem para descobrir o mundo.

O seu sonho foi realizado, e não somente se tornou um marinheiro de grandes aventuras, mas tornou-se o comandante da marinha britânica em 1821, e a partir daí que começa a sua grande obra de reforma, principalmente no aspecto de saúde.

Na primeira viagem como comandante convenceu-se da inconveniência de um hábito que seguira por mais de um ano, a saber: o de tomar bebidas “espirituosas”, ele tomava um copo por dia, ao meio dia, e esse era o seu limite, mas agora o desejo ultrapassava a sua necessidade, pois preferia a bebida do que o alimento. Naquela tarde resolveu nunca mais beber, e nunca quebrou essa resolução.

O grande comandante Bates, foi cada vez mais coerente com os seus erros relacionados com a sua saúde e resolveu não mais fumar, esforçou-se arduamente para se libertar do hábito de blasfemar, ele então começou a estudar a Bíblia. Assim passo a passo e sozinho, esse homem de vontade forte e de elevados ideais tentou reformar-se e consequentemente tornar-se homem limpo de hábitos irrepreensível.

Nas dificuldades encontradas no mar, Bates sentia-se pequeno e um grande vazio existencial dentro de si, e saia correndo, quase em desespero para encontrar um lugar em secreto para orar e formou o hábito de passar o tempo que precedia o café, em oração, leitura da Bíblia e meditação.

Depois dessa grande experiência, Bates voltou ao lar com a sua esposa e resolveu baptizar-se juntamente com a sua esposa na igreja cristã. Sentindo que a sua reforma de temperança fora a mais importante da sua carreira, decidiu partilhar a sua experiência com outros, lançando-se na formação do que ele julgava ser a primeira organização dessa natureza: A sociedade de temperança de Fairhaven.

A sociedade não era a primeira, na área de saúde, mas ele foi o pioneiro na área da reforma em prol da saúde. A maioria dos membros dessa sociedade eram antigos comandantes de navios, dentro de pouco tempo a sociedade de temperança tornou-se uma instituição muito popular.

Nas suas próximas viagens, o comandante Bates fez do navio uma instituição de reforma, dando as instruções de não haver bebidas alcoólicas, nem intoxicantes e nem blasfémia, exceto uma pequena quantidade na caixa de medicamentos, para ser dispensada sob prescrição do comandante, e no navio a palavra de comandante era lei.

No outono de 1839, Bates recebe um convite para ir a uma conferência sobre a Segunda vinda de Cristo. Interessouse pelo assunto, o pregador era Guillerme Miller, não perdeu uma reunião da série de conferências, e o tornou-se o primeiro homem de toda história a ser adventista de sétimo dia.

Bates passou pelo primeiro desapontamento, na primavera de 1844, e também pelo grande desapontamento de 22 de outubro de 1844, quando todos esperavam a vinda de Cristo e Ele não veio, mas Bates foi perseverante e na primavera de 1845, Bates visitou o grupo de adventista de Washington que estava guardando o Sábado, assim ele começou a guardar o Sábado sendo o primeiro dos proeminentes guias dos adventista do sétimo dia a aceitar o Sábado.

José Bates futuramente tornou-se pastor, e o primeiro presidente da organização adventista, foi o primeiro líder a adotar a reforma da saúde deixando os alimentos cárneos, manteiga, gordura, queijo e bolos substanciosos, mas a sua posição final era que todo o homem seguisse a sua própria convicção.

Assim que através de um grande sonhador, um comandante preocupado com a saúde e a vida espiritual, que não desistiu dos seus objetivos apesar dos desapontamentos, que hoje a igreja adventista do sétimo dia tem um amplo conhecimento da reforma da saúde, que foi ampliado por Ellen G. White, mas devemos a Bates o grande presente da reforma de saúde.
Fonte: http://gilbertotheiss.blogspot.pt/2007/11/jos-bates-o-pioneiro-da-reforma.html


Nota: Nossos ministros devem tornar-se inteligentes nesta questão. Não a devem ignorar, nem se desviar pelos que os chamam extremistas. Verifiquem o que constitui a verdadeira reforma de saúde, e ensinem-lhe os princípios, tanto por preceito, como por tranquilo e coerente exemplo. Em nossas reuniões grandes, devem ser ministradas instruções quanto à saúde e à temperança. Buscai despertar o intelecto e a consciência. Ponde no serviço todo talento de que dispondes, e secundai o trabalho com publicações acerca da matéria. “Educai, educai, educai”, é a mensagem que me tem sido incutida. — Christian Temperance and Bible Hygiene, 117; Conselhos Sobre Saúde, 449 (1890).

05/01/2014

Espelho dos Mártires - Inquisição Cátólica





Espelho dos Mártires - Inquisição Cátólica - Este documentario relata em detalhes o modo de vida e as perseguições que sofreram os cristãos primitivos, e como foram martirizados. Mostra também o comovente testemunho de fé e coragem de muitos outros cristãos que preferiram a morte do que negar a fé no/do evangelho; fosse pelo fogo, pela espada ou pelas feras nas arenas, refugiando-se em cavernas e catacumbas para escaparem da perseguição Romana. Anabatistas, Valdenses dentre outros.


Assista o documentário completo abaixo.

Obs. Após a reprodução da primeira parte, as outras (continuação) serão reproduzidas automaticamente por meio de uma lista de reprodução.