07/11/2014
09/09/2014
Adventistas do Sétimo Dia e Luteranos: Quais as Semelhanças?
Por Que Abordar Semelhanças e
Diferenças?
Amigos realmente sinceros e de
longos anos, cristãos dedicados e leais a Deus, dispostos a doar-se um ao outro
nas dificuldades, às vezes se vêem diante de problemas turvam sua amizade por
serem de religiões diferentes, problemas que gostariam de superar, mas que, por
não conseguirem entender bem sua causa, se entristecem e até se desanimam.
Muitas e lindas amizades correm o risco de se terminar quando esbarram num
obstáculo muito sério: o Preconceito Religioso.
Mas,
por que o chamado Preconceito Religioso é assim tão perigoso? Porque ele é pai
dos gêmeos Intolerância e Desrespeito, que são especialistas em acabar com as
mais belas relações humanas. A boa notícia é que o Preconceito tem uma
fragilidade muito fácil de ser explorada: é filho da Ignorância com o
Desconhecimento, os quais não suportam viver em presença do casal Sinceridade e
Conhecimento. Aliás, assim como as Trevas fogem quando surge a Luz, o
Desconhecimento desaparece quando o Conhecimento entra em cena.
Sempre
que uma pessoa sincera busca o verdadeiro conhecimento,
elimina a ignorância e o desconhecimento, evitando que o preconceito nasça e dê
origem à intolerância e ao desrespeito.
Muito
longe de buscar o confronto entre denominações religiosas, muito longe de
tentar mostrar a “superioridade” de uma sobre outra, este texto busca, sim, à
luz esclarecedora da Bíblia, salientar pontos de contato, pontos de crença
comuns entre Adventistas e Luteranos e mostrar de forma clara e transparente,
sempre de acordo com a Bíblia, a forma como vêem os Adventistas alguns pontos
doutrinários sustentados pelos irmãos Luteranos.
E
onde está o verdadeiro conhecimento, aquele Conhecimento que traz sabedoria,
sabedoria para a Salvação? Evidentemente, obviamente, está na Palavra de Deus,
e é nela que encontramos o alerta: “O temor do Senhor é o princípio da
Sabedoria” (Provérbios 9:10).
Tendo
em vista a aproximação da segunda vinda de Cristo, este trabalho visa
estabelecer uma base de apoio bíblica comum para que, como crentes fiéis,
Luteranos e Adventistas do Sétimo Dia possam aguardar juntos aquele grande dia.
Pontos coincidentes entre nossas
crenças mostram o quanto estamos próximos; examinando nossas crenças em comum,
podemos ver importantes pontos de contato, reconhecendo que tanto uns quanto
outros crêem que:
- A autoridade da Palavra de Deus.
- A salvação unicamente pela Graça de Deus.
- A segunda vinda literal de Jesus.
- O verdadeiro batismo é por imersão.
- A Divindade.
- A obediência a Deus.
Sendo ponto pacífico aquilo que uns e outros crêem da
mesma forma, seria desnecessário comentar aqui tais aspectos, sendo mais
produtivo concentrarmos-nos no estudo das diferenças existentes.
Examinando com mais cuidado
todas as crenças de ambos os grupos para ver onde se diferem, sempre à luz
esclarecedora da Palavra de Deus, encontramos as seguintes divergências:
1. A forma do batismo:
Os Luteranos crêem na validade do
batismo por aspersão, em que a água é simplesmente aspergida sobre o batizando.
Os Adventistas crêem que:
O batismo é necessário para a salvação, pois é uma demonstração pública
de que o candidato aceitou a Jesus como seu Salvador. Para que o batismo seja
eficaz, a pessoa deve primeiramente crer, ou seja, saber o
que está fazendo:
Mateus 28:18-20 à “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo:
Toda a autoridade Me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei
discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do
Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho
ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do
século.”
Marcos 16:16 à “Quem crer e for batizado será
salvo; quem, porém, não crer será condenado.”
O batismo deve ser feito por imersão total e completa do
candidato nas águas, simbolizando a morte para o pecado e o nascimento
como nova criatura em Cristo Jesus, que nos deu o exemplo no Seu
batismo:
Mateus 3:13-17 à “Por esse tempo, dirigiu-se Jesus da Galiléia para o
Jordão, a fim de que João o batizasse. Ele, porém, o dissuadia, dizendo: Eu é
que preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu:
Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então,
ele o admitiu.
05/08/2014
JESUS E O Cristianismo
A doutrina cristã, A história do Messias Jesus Cristo, O
livro Sagrado (a Bíblia), expansão, festas religiosas, Os Dez Mandamentos.
Introdução
A religião cristã surgiu na região da atual Palestina no
século I. Essa região estava sob domínio do Império Romano neste período.
Criada por Jesus, espalhou-se rapidamente pelos quatro cantos do mundo, se
transformando atualmente na religião mais difundida.
Jesus foi perseguido pelo Império Romano, a pedido do
imperador Otávio Augusto (Caio Júlio César Otaviano Augusto), pois defendia
ideias muito contrárias aos interesses vigentes. Defendia a paz, a harmonia, o
respeito um único Deus, o amor entre os homens e era contrário à escravidão.
Enquanto isso, os interesses do império eram totalmente contrários. Os cristãos
foram muito perseguidos durante o Império Romano e para continuarem com a
prática religiosa, usavam as catacumbas para encontros e realização de cultos.
Doutrina Cristã
De acordo com a fé cristã, Deus mandou ao mundo Seu filho
para ser o Salvador (Messias) dos homens. Este seria o responsável por divulgar
a palavra de Deus entre os homens. Foi perseguido, porém deu a sua vida pelos
homens. Ressuscitou e foi para o céu. Ofereceu a possibilidade da salvação e da
vida eterna após a morte, a todos aqueles que acreditam em Deus e seguem seus
mandamentos.
A principal ideia, ou mensagem, da religião cristã é a
importância do amor divino sobre todas as coisas. Para os cristãos, Deus é uma
trindade formada por : pai (Deus), filho (Jesus) e o Espírito Santo.
O Messias ( Salvador
)
Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judeia. Sua
família era muito simples e humilde. Por volta dos 30 anos de idade começa a
difundir as ideias do cristianismo na região onde vivia. Desperta a atenção do
imperador romano Júlio César, que temia o aparecimento de um novo líder numa
das regiões dominadas pelo Império Romano.
Em suas peregrinações, começa a realizar milagres e reúne
discípulos e apóstolos por onde passa. Perseguido e preso pelos soldados
romanos, foi condenado a morte por não reconhecer a autoridade divina do
imperador. Aos 33 anos, morreu na cruz e foi sepultado. Ressuscitou no terceiro
dia e apareceu aos discípulos dando a eles a missão de continuar os
ensinamentos.
Difusão do
cristianismo
Os ideais de Jesus espalharam-se rapidamente pela Ásia,
Europa e África, principalmente entre a população mais carente, pois eram
mensagens de paz, amor e respeito. Os apóstolos se encarregaram de tal tarefa.
A religião fez tantos seguidores que no ano de 313, da nossa
era, o imperador Constantino concedeu liberdade de culto. No ano de 392, o
cristianismo é transformado na religião oficial do Império Romano.
Na época das grandes navegações (séculos XV e XVI), a
religião chega até a América através dos padres jesuítas, cuja missão era
catequizar os indígenas.
A Bíblia
O livro sagrado dos cristãos pode ser dividido em duas
partes: Antigo e Novo Testamento. A primeira parte conta a criação do mundo, a
história, as tradições judaicas, as leis, a vida dos profetas e a vinda do
Messias. No Novo Testamento, escrito após a morte de Jesus, fala sobre a vida do Messias, principalmente.
Principais festas
religiosas:
Natal : celebra o nascimento de Jesus Cristo (comemorado
todo 25 (?) de dezembro).
Páscoa : celebra a ressurreição de Cristo.
Pentecostes : celebra os 50 dias após a Páscoa e recorda a
descida e a unção do Espírito Santo aos apóstolos.
Os Dez Mandamentos
De acordo com o cristianismo, Moisés recebeu Deus duas
tábuas de pedra onde continham os Dez Mandamentos:
1. Não terás outros deuses diante de mim.
2. Não farás para ti imagem de escultura, não te curvarás a
elas, nem as servirás.
3. Não pronunciarás o nome do Senhor teu Deus em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias
trabalharão, mas o sétimo dia é o sábado do seu Senhor teu Deus, não farás
nenhuma obra.
5. Honra o teu pai e tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho, não mentirás.
10. Não cobiçarás a mulher do próximo, nem a sua casa e seus
bens.
Atualmente, encontramos três principais ramos do
cristianismo: catolicismo, protestantismo e Igreja Ortodoxa.
24/06/2014
JESUS, o vencedor sobre a morte.
Há vinte séculos, no reino montanhoso de Sakya, actualmente
conhecido como Nepal, nasceu um jovem príncipe. Desde o seu nascimento, os seus
pais educaram-no para ocupar o trono, mas, com a idade de trinta anos, ele abandonou
os prazeres palacianos e a família para se converter num monge itinerante. Após
um período de intensa busca religiosa e de profunda luta mental, converteu-se
em Buda, o iluminado. Hoje, milhões de pessoas repetem a antiga fórmula de
oração: “Refugio-me em Buda.”
Os Cristãos estão acostumados a pensar que Jesus é
considerado como a figura suprema em todas as regiões, mas não é assim. A história
das religiões apresenta grandes figuras espirituais cujas vidas e ensinos são
hoje honrados por milhões de pessoas. A doutrina hindu dos avatares, por
exemplo, ensina que há múltiplas manifestações de Vishnu em seres terrenos. Nos
templos hindus encontram-se quadros de Ram e Krishna (avatares de Vishnu) junto
a quadros de Buda e de Mahatma Gandhi.
Nos países islâmicos, o nome de Maomé, o maior dos profetas
de Alá, tem total preferência em comparação com Jesus. Igualmente em comparação
com Jesus. Igualmente os partidários do jainismo consideram Mahavira (“o
poderoso conquistador”) como seu exemplo no caminho da salvação, enquanto os
Persas lembram os ensinos do nobre Zarathustra da antiga Pérsia.
Com que direito, então, os Cristãos enaltecem
superlativamente a figura de Jesus? Não deveria Ele ser colocado entre os
grandes mestres religiosos dos povos, em vez de ser colocado acima deles? De
modo algum. Jesus sobressai extraordinariamente em comparação com os gigantes
espirituais dos séculos. Esta não é a mera opinião particular de um Cristão. No
intercâmbio de ideias com pessoas de todos os credos, os Cristãos têm percebido
com frequência a reverente admiração que os demais têm acerca da pessoa de
Jesus.
O que exalta Jesus acima de qualquer outra figura religiosa?
Basicamente, um facto: a Sua ressurreição. O Seu nascimento, os Seus atos de
misericórdia, os Seus feitos poderosos, a Sua trágica morte, todos estes pontos
podem, de algum modo, encontrar algum paralelo nos escritos sagrados de outras
religiões. Mas na Sua ressurreição, Jesus é absolutamente único.
Buda morreu sob o peso dos anos e foi cremado pelos seus
discípulos. Zarathustra foi morto num campo de batalha. Maomé morreu na cidade
de Meca no ano 632 da nossa era. E cada uma destas religiões enfrentou um
problema crucial. Quem será o sucessor do fundador?
Jesus Cristo também morreu. Mas dentro de 36 horas que se
seguiram ao Seu sepultamento, o Seu corpo já não estava na tumba, e
imediatamente começou a circular a assombrosa notícia de que Ele tinha
ressuscitado de entre os mortos. O Cristianismo não teve de lidar com o
problema da sucessão. A jovem Igreja estava consciente da presença de Cristo
ressuscitado.
Notemos três características da afirmação da ressurreição de
Jesus feita pelos Cristãos da Igreja Primitiva.
A Ressurreição é misteriosa. Não tentaram explicar como Cristo ressurgiu de entre
os mortos; simplesmente proclamaram o facto de que Ele voltara à vida. A
ressurreição é um ato de Deus, que transcende totalmente as explicações
naturais.
O Cristo ressuscitado é o mesmo ser que o Jesus crucificado. Embora
depois da Sua ressurreição, Cristo pertencesse a uma nova ordem, continuou a ser o Jesus que os discípulos conheciam. O
Cristo ressuscitado não é uma visão, uma esperança, um ideal ou um desejo; é o
mesmo Jesus que foi sepultado, embora existindo agora numa forma glorificada.
A ressurreição é a vindicação do Crucificado. A glória da ressurreição transforma a desgraça e a
humilhação da cruz, mostra que a cruz em si foi um instrumento para cumprir os
propósitos divinos. Desse modo, a crucificação e a ressurreição são dois lados
da mesma moeda, cada um carente de significado sem o outro.
Por estes atos básicos, e outros que poderiam ser
acrescentados, a religião de Jesus sobressai como única entre as religiões da
Humanidade. Como nenhuma outra fé, apoia-se em factos históricos. Não é
meramente um conjunto de belos ensinos, uma teoria filosófica. É, antes de
tudo, a afirmação de que um carpinteiro crucificado foi o divino Salvador do
mundo e de que Deus colocou o Seu selo de aprovação sobre Ele, ao
ressuscita-l´O de entre os mortos. Se passamos por alto a história da cruz e da
ressurreição de Jesus, o Cristianismo desaparece. Jesus foi único na Sua
ressurreição.
Breve análise bíblica
sobre a ressurreição de Cristo.
1.
Predição nos Salmos.
“Pois não deixarás
a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.” Sal. 16:10
2.
Comentário de Mateus.
“Pois, como
Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho
do homem três dias e três noites no seio da terra.” Mateus 12:40
3.
O poder dos discípulos, após a ressurreição de Jesus.
“Quando, pois,
ressuscitou dentre os mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes
dissera isto; e creram na Escritura, e na palavra que Jesus tinha dito.” João 2:22
4.
Como agiram os principais dos sacerdotes e os fariseus sabendo
das palavras de Jesus antes da ressurreição?
“62 E no dia seguinte, que é o dia depois da
Preparação, reuniram-se os príncipes dos sacerdotes e os fariseus em casa de
Pilatos,
63 Dizendo: Senhor, lembramo-nos de que aquele
enganador, vivendo ainda, disse: Depois de três dias ressuscitarei.
64 Manda, pois, que o sepulcro seja guardado com
segurança até ao terceiro dia, não se dê o caso que os seus discípulos vão de
noite, e o furtem, e digam ao povo: Ressuscitou dentre os mortos; e assim o
último erro será pior do que o primeiro.” Mateus 27:62-64
5.
Qual foi a reacção de Pilatos face ao pedido dos
sacerdotes e fariseus?
“65 E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide,
guardai-o como entenderdes.
66 E, indo eles, seguraram o sepulcro com a
guarda, selando a pedra.”
Mateus
27:65-66.
6.
Puderam eles impedir a ressurreição?
“1 E, NO fim do
sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra
Maria foram ver o sepulcro.
2 E eis que
houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou,
removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela.
3 E o seu aspecto era como um relâmpago, e as
suas vestes brancas como neve.
4 E os guardas, com medo dele, ficaram muito
assombrados, e como mortos.
5 Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres:
Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado.
6 Ele não está aqui, porque já ressuscitou,
como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.
7 Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus
discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de
vós para a Galiléia; ali o vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.
8 E, saindo elas pressurosamente do sepulcro,
com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos.
9 E, indo elas a dar as novas aos seus
discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas,
chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. ” Mateus 28:1-7 (ver
Mar. 16:1-16; Luc. 24: 44-46; João 20: 1-9
7.
Seria possível ser Cristo detido pela morte?
“22 Homens israelitas, escutai estas palavras: A
Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e
sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;
23 A este que vos foi entregue pelo determinado
conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos
de injustos.”
Atos 2:23,24.
8.
Como fala S. Paulo da ressurreição de Cristo?
“3 Porque primeiramente vos entreguei o que
também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
4 E que foi sepultado, e que ressuscitou ao
terceiro dia, segundo as Escrituras.” 1ª Coríntios 15: 3,4.
9.
Quem diz o apóstolo, viu Jesus depois de ressurgido?
“5 E que foi visto por Cefas, e depois pelos
doze.
6 Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos
irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.
7 Depois foi visto por Tiago, depois por todos
os apóstolos.
8 E por derradeiro de todos me apareceu também
a mim, como a um abortivo.”
1ª
Coríntios 15:5-8.
10. Que
ordenança cristã foi dada em comemoração do sepultamento e ressurreição de
Cristo?
O baptismo, símbolo do novo nascimento”
Romanos 6:3-5
Pr.
José Carlos Costa
16/03/2014
INQUISITOR JESUÍTA - A Criação da Ordem dos Jesuítas e suas Práticas
Em toda a
cristandade o protestantismo estava ameaçado por temíveis adversários. Passados
os primeiros triunfos da Reforma, Roma convocou novas forças, esperando ultimar
sua destruição. Nesse tempo fora criada a ordem dos jesuítas - o mais cruel,
sem escrúpulos e poderoso de todos os defensores do papado. Separados de laços
terrestres e interesses humanos, insensíveis às exigências das afeições
naturais, tendo inteiramente silenciadas a razão e a consciência, não conheciam
regras nem restrições, além das da própria ordem, e nenhum dever, a não ser o
de estender o seu poderio. O evangelho de Cristo havia habilitado seus adeptos
a enfrentar o perigo e suportar sem desfalecer o sofrimento, pelo frio, fome,
labutas e pobreza, a fim de desfraldar a bandeira da verdade, em face do
instrumento de tortura, do calabouço e da fogueira. Para combater estas forças,
o jesuitismo inspirou seus seguidores com um fanatismo que os habilitava a
suportar semelhantes perigos, e opor ao poder da verdade todas as armas do engano.
Não havia para eles crime grande demais para cometer, nenhum engano demasiado
vil para praticar, disfarce algum por demais difícil para assumir. Votados à
pobreza e humildade perpétuas, era seu estudado objetivo conseguir riqueza e
poder para se dedicarem à subversão do protestantismo e restabelecimento da
supremacia papal.
Quando apareciam
como membros de sua ordem, ostentavam santidade, visitando prisões e hospitais,
cuidando dos doentes e pobres, professando haver renunciado ao mundo, e levando
o nome sagrado de Jesus, que andou fazendo o bem. Mas sob esse irrepreensível
exterior, ocultavam-se frequentemente os mais criminosos e mortais propósitos.
Era princípio fundamental da ordem que os fins justificam os meios. Por este
código, a mentira, o roubo, o perjúrio, o assassínio, não somente eram
perdoáveis, mas recomendáveis, quando serviam aos interesses da igreja. Sob
vários disfarces, os jesuítas abriam caminho aos cargos do governo, subindo até
conselheiros dos reis e moldando a política das nações. Tornavam-se servos para
agirem como espias de seus senhores. Estabeleciam colégios para os filhos dos
príncipes e nobres, e escolas para o povo comum; e os filhos de pais
protestantes eram impelidos à observância dos ritos papais. Toda a pompa e
ostentação exterior do culto romano eram levadas a efeito a fim de confundir a
mente e deslumbrar e cativar a imaginação; e assim, a liberdade pela qual os
pais tinham labutado e derramado seu sangue, era traída pelos filhos. Os
jesuítas rapidamente se espalharam pela Europa e, aonde quer que iam, eram
seguidos de uma revivificação do papado.
Para lhes dar maior
poder foi promulgada uma bula restabelecendo a inquisição. Apesar da aversão
geral com que era considerado, mesmo nos países católicos, este horrível tribunal
foi novamente estabelecido pelos chefes papais, e atrocidades demasiado
terríveis para suportar a luz do dia, foram repetidas em suas masmorras
secretas. Em muitos países, milhares e milhares da própria flor da nação, dos
mais puros e nobres, dos mais intelectuais e altamente educados, piedosos e
devotados pastores, cidadãos operosos e patrióticos, brilhantes sábios,
artistas talentosos, hábeis artífices, foram mortos ou obrigados a fugir para
outros países.
Tais foram os meios
que Roma invocara a fim de apagar a luz da Reforma, para retirar dos homens a
Bíblia e restabelecer a ignorância e a superstição da Idade Média. [...] (O
Grande Conflito, p. 234-235, de Ellen Gould White)
Quem são os Jesuítas?
27/02/2014
Reverendo cita cinco pontos que o Papa precisa mudar na Igreja Católica
Em uma ministração realizada na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro neste último domingo (28/07), o reverendo Solano Portela comentou sobre as mudanças que o Papa Francisco tem feito na Igreja Católica e questionou se o novo líder estará disposto fazer todas as reformulações que a igreja está precisando.
“Evangélicos e católicos concordam quanto aos 27 livros do Novo Testamento, mas essas adições à Palavra são responsáveis pela introdução de diversas doutrinas estranhas, que nunca foram ensinadas ou abraçadas por Jesus e pelos apóstolos”, escreveu Portela.
Outro ponto que, na visão do pastor, o papa deveria considerar é rejeitar os mediadores. “Não acatar a mediação de Maria, e muito menos a designação dela como co-redentora, lembrando que o ensino da Palavra é o de que ‘há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem’
Em seguida Francisco precisaria rejeitar as imagens e acabar com a veneração a santos. Solano Portela lembra que a Bíblia condena a prática, portanto, se a Igreja Católica pretende proclamar a Palavra, ela terá que abandonar tal prática.
A doutrina do purgatório seria outro ensinamento católico que precisa ser refutado. Ela “não tem base bíblica e surgiu exatamente dos livros conhecidos como apócrifos”, disse o reverendo presbiteriano.
“Jesus e a Bíblia ensinam que existem apenas dois destinos que esperam as pessoas, após a morte: Estar na glória com o Criador – salvos pela graça infinita de Deus (Lucas 23.43 – ‘Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso’ – e Atos 15.11 – ‘fomos salvos pela graça do Senhor Jesus’), ou na morte eterna (Mateus 23.33 – ‘Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?’), como consequência dos nossos próprios pecados.”
Por último, Jorge Bergoglio precisaria rejeitar as rezas e ensinar os fiéis a se dirigirem ao Pai como Jesus Cristo ensinou. O pastor acredita que a ‘ficha’ ainda não caiu para a Igreja Católica quando o assunto é falar com Deus. Para ele as rezas, rosários, novenas e etc. são mantras religiosos, repetições que o próprio Cristo fez declarações contrárias. Fonte
26/01/2014
A Prova do Verdadeiro Cristão é a Comunhão com Deus por meio do Espírito Santo
“Tu és Deus que Vê”
2ª Cor. 13:14 “A
graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.” (negrito meu)
Este texto juntamente com Mateus 28:19 proporciona o resumo
mais completo e explicito da doutrina da Trindade; no entanto, a ordem dos
nomes da Divindade se dá aqui de forma diferente de Mateus. Na epístola de
Paulo o nome do Pai em geral precede a do Filho (Rom. 1:7; 1ª Cor. 1:3; 2ª
Cor.1:2); mas aqui inverte-se a ordem. A bênção de despedida no AT – a bênção aarónica
– também de natureza tripla (Núm. 6:24-26). A prova de toda a verdadeira
experiência cristã é o companheirismo e comunhão com Deus por meio do Espírito
Santo.
E não há criatura que não seja manifesta na Sua presença;
pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos d’Aquele
a quem temos de prestar contas. Hebreus 4:13. {EDD 6.1}
A vitória da verdade só é possível quando os obreiros levam
consigo a permanente percepção da presença de Deus. Sempre devem compreender
que há uma testemunha fiel de toda palavra, de toda transação, na vida familiar
ou entre as pessoas. Em todo plano ideado, em todo esforço feito, Cristo deve
assumir a direção. Em todo concílio os membros devem falar e agir como se a
cortina fosse afastada, e vissem a si mesmos efetuando negociações na presença
do universo celestial. Pois este é de fato o caso; todo o Céu está olhando para
os obreiros. Ao planejar uma campanha dinâmica, não permitais que o próprio eu
se torne proeminente; ele deve estar escondido, inteiramente escondido, em
Cristo. ... {EDD 6.2}
Tudo quanto puder ser abalado, sê-lo-á, mas coisas que não
puderem ser abaladas permanecerão. {EDD 6.3}
O Senhor requer nossas afeições não divididas. Se os homens
não são sinceros, fracassarão no dia da prova e aflição e provação. Quando o
inimigo dispõe suas forças em ordem de batalha contra eles, e a peleja parece
ser renhida, na própria ocasião em que todo o vigor intelectual e capacidade, e
todo o tato de sábia liderança, são necessários para repelir o inimigo, os que
são irresolutos dirigirão suas armas contra seus próprios soldados; debilitam
as mãos que deveriam ser fortes para o combate. Deus está provando todos
quantos têm conhecimento da verdade para ver se é possível contar com eles para
travar as batalhas do Senhor quando fortemente premidos por principados e
potestades, e pelos dominadores deste mundo tenebroso e os maus espíritos nas
regiões celestes. Tempos perigosos acham-se diante de nós, e nossa única
segurança está em experimentar cada dia o poder convertedor de Deus —
submetendo-nos inteiramente a Ele a fim de fazer Sua vontade e andar na luz de
Sua presença. 1 Pedro 2:9. {EDD 6.4}
Agora que estamos precisamente nas fronteiras da terra
prometida, que ninguém repita o pecado dos espias infiéis. Eles reconheceram
que a terra que foram ver era uma boa terra, mas declararam que os habitantes
eram fortes, que havia gigantes ali, e que eles mesmos, em confronto, eram como
gafanhotos à vista do povo e à sua própria vista. Todas as dificuldades foram
exageradas e se transformaram em obstáculos insuperáveis. ... Assim eles
imbuíram toda a congregação de sua descrença. — Manuscrito 6, 1892.
O Representante de
Cristo
Mas Eu vos digo a verdade: Convém-vos que Eu vá, porque, se
Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-Lo
enviarei. João 16:7. {RP 12.1}
O Consolador é chamado “o Espírito da verdade”. Sua obra é
definir e manter a verdade. Ele primeiro habita no coração como o Espírito da
verdade, tornando-Se assim o Consolador. Há conforto e paz na verdade, mas
nenhuma paz ou conforto real se pode achar na falsidade. É por meio de falsas
teorias e tradições que Satanás adquire seu domínio sobre a mente. Ele deforma
o caráter dirigindo os homens a falsos padrões. O Espírito Santo fala à mente
por meio das Escrituras e grava a verdade no coração. Assim expõe o erro,
expelindo-o da alma. É pelo Espírito da verdade, atuando pela Palavra de Deus,
que Cristo submete a Si Seu povo escolhido. {RP 12.2}
Descrevendo para Seus discípulos a obra oficial do Espírito
Santo, Jesus procurou inspirá-los com a alegria e a esperança que Lhe animavam
o próprio coração. Regozijava-Se pelas abundantes medidas que providenciara
para auxílio de Sua igreja. O Espírito Santo era o mais elevado dos dons que
Ele podia solicitar do Pai para exaltação de Seu povo. O Espírito ia ser dado
como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum
proveito teria sido. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e
espantosa era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se
poderia resistir e vencer por meio da poderosa atuação da terceira pessoa da
Divindade, a qual não viria com energia modificada, mas na plenitude do divino
poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do
mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele, o crente
torna-se participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder
divino para vencer todas as tendências hereditárias e cultivadas para o mal, e
para gravar Seu próprio caráter em Sua igreja. — The Review and Herald, 19 de
Novembro de 1908. {RP 12.3}
A Pomba Celestial
E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do Céu
como pomba e pousar sobre Ele. João 1:32. {RP 13.1}
Cristo é nosso exemplo em todas as coisas. Em resposta à Sua
oração ao Pai, o Céu se abriu e o Espírito desceu como pomba e pousou sobre
Ele. O Santo Espírito de Deus comunica-Se com o homem e habita no coração dos
obedientes e fiéis. Luz e força virão aos que sinceramente as buscam a fim de
terem sabedoria para resistir a Satanás e para vencer em ocasiões de tentação.
Devemos vencer assim como Cristo venceu. {RP 13.2}
Jesus iniciou Sua missão pública com fervorosa oração, e Seu
exemplo evidencia o fato de que a oração é necessária para levar uma vida
cristã bem-sucedida. Ele estava constantemente em comunhão com o Pai, e Sua
vida nos apresenta um modelo perfeito que devemos imitar. Apreciava o
privilégio da oração e Sua obra manifestava os resultados da comunhão com Deus.
Examinando o registro de Sua vida, verificamos que em todas as ocasiões
importantes Ele Se retirava a um bosque ou à solidão das montanhas e oferecia
fervorosa e perseverante oração a Deus. Frequentemente dedicava a noite inteira
à oração pouco antes de ter de realizar algum milagre muito importante. Durante
esses períodos de oração noturnos, após a labuta do dia, despedia
compassivamente Seus discípulos, para que pudessem retornar a seus lares,
repousar e dormir, enquanto Ele, com forte clamor e lágrimas, extravasava a
alma em ferventes súplicas a Deus em favor da humanidade. {RP 13.3}
Jesus era preparado para o dever e fortalecido para a
provação por meio da graça de Deus que Lhe advinha em resposta à oração. Dependemos
de Deus para levar uma vida cristã bem-sucedida, e o exemplo de Cristo nos abre
o caminho pelo qual podemos ir ter a uma inesgotável fonte de energia, da qual
possamos extrair graça e poder para resistir ao inimigo e sair vitoriosos. Nas
margens do Jordão, Cristo orou como o Representante da humanidade, e o abrir do
Céu e a voz de aprovação nos asseguram que Deus aceita a humanidade pelos
méritos de Seu Filho. — The Signs of the Times, 24 de Julho de 1893
JOSÉ BATES, O PIONEIRO DA REFORMA ADVENTISTA.
O personagem mais interessante entre os fundadores da
denominação adventista do sétimo dia foi José Bates, ele que na sua infância
apenas tinha o desejo de ser marinheiro, e estaria no pináculo da glória se
somente realizasse uma viagem para descobrir o mundo.
O seu sonho foi realizado, e não somente se tornou um
marinheiro de grandes aventuras, mas tornou-se o comandante da marinha britânica
em 1821, e a partir daí que começa a sua grande obra de reforma, principalmente
no aspecto de saúde.
Na primeira viagem como comandante convenceu-se da
inconveniência de um hábito que seguira por mais de um ano, a saber: o de tomar
bebidas “espirituosas”, ele tomava um copo por dia, ao meio dia, e esse era o
seu limite, mas agora o desejo ultrapassava a sua necessidade, pois preferia a
bebida do que o alimento. Naquela tarde resolveu nunca mais beber, e nunca
quebrou essa resolução.
O grande comandante Bates, foi cada vez mais coerente com os
seus erros relacionados com a sua saúde e resolveu não mais fumar, esforçou-se
arduamente para se libertar do hábito de blasfemar, ele então começou a estudar
a Bíblia. Assim passo a passo e sozinho, esse homem de vontade forte e de
elevados ideais tentou reformar-se e consequentemente tornar-se homem limpo de
hábitos irrepreensível.
Nas dificuldades encontradas no mar, Bates sentia-se pequeno
e um grande vazio existencial dentro de si, e saia correndo, quase em desespero
para encontrar um lugar em secreto para orar e formou o hábito de passar o
tempo que precedia o café, em oração, leitura da Bíblia e meditação.
Depois dessa grande experiência, Bates voltou ao lar com a
sua esposa e resolveu baptizar-se juntamente com a sua esposa na igreja cristã.
Sentindo que a sua reforma de temperança fora a mais importante da sua
carreira, decidiu partilhar a sua experiência com outros, lançando-se na
formação do que ele julgava ser a primeira organização dessa natureza: A
sociedade de temperança de Fairhaven.
A sociedade não era a primeira, na área de saúde, mas ele
foi o pioneiro na área da reforma em prol da saúde. A maioria dos membros dessa
sociedade eram antigos comandantes de navios, dentro de pouco tempo a sociedade
de temperança tornou-se uma instituição muito popular.
Nas suas próximas viagens, o comandante Bates fez do navio
uma instituição de reforma, dando as instruções de não haver bebidas
alcoólicas, nem intoxicantes e nem blasfémia, exceto uma pequena quantidade na
caixa de medicamentos, para ser dispensada sob prescrição do comandante, e no
navio a palavra de comandante era lei.
No outono de 1839, Bates recebe um convite para ir a uma
conferência sobre a Segunda vinda de Cristo. Interessouse pelo assunto, o
pregador era Guillerme Miller, não perdeu uma reunião da série de conferências,
e o tornou-se o primeiro homem de toda história a ser adventista de sétimo dia.
Bates passou pelo primeiro desapontamento, na primavera de
1844, e também pelo grande desapontamento de 22 de outubro de 1844, quando
todos esperavam a vinda de Cristo e Ele não veio, mas Bates foi perseverante e
na primavera de 1845, Bates visitou o grupo de adventista de Washington que
estava guardando o Sábado, assim ele começou a guardar o Sábado sendo o
primeiro dos proeminentes guias dos adventista do sétimo dia a aceitar o
Sábado.
José Bates futuramente tornou-se pastor, e o primeiro
presidente da organização adventista, foi o primeiro líder a adotar a reforma
da saúde deixando os alimentos cárneos, manteiga, gordura, queijo e bolos
substanciosos, mas a sua posição final era que todo o homem seguisse a sua
própria convicção.
Assim que através de um grande sonhador, um comandante
preocupado com a saúde e a vida espiritual, que não desistiu dos seus objetivos
apesar dos desapontamentos, que hoje a igreja adventista do sétimo dia tem um
amplo conhecimento da reforma da saúde, que foi ampliado por Ellen G. White,
mas devemos a Bates o grande presente da reforma de saúde.
Fonte: http://gilbertotheiss.blogspot.pt/2007/11/jos-bates-o-pioneiro-da-reforma.html
Nota: Nossos ministros devem tornar-se inteligentes nesta
questão. Não a devem ignorar, nem se desviar pelos que os chamam extremistas.
Verifiquem o que constitui a verdadeira reforma de
saúde, e ensinem-lhe os princípios, tanto por preceito, como por tranquilo e
coerente exemplo. Em nossas reuniões grandes, devem ser ministradas
instruções quanto à saúde e à temperança. Buscai despertar o intelecto e a
consciência. Ponde no serviço todo talento de que dispondes, e secundai o
trabalho com publicações acerca da matéria. “Educai, educai, educai”, é a
mensagem que me tem sido incutida. — Christian Temperance and Bible Hygiene,
117; Conselhos Sobre Saúde, 449 (1890).
05/01/2014
Espelho dos Mártires - Inquisição Cátólica
Espelho dos Mártires - Inquisição Cátólica - Este documentario relata em detalhes o modo de vida e as perseguições que sofreram os cristãos primitivos, e como foram martirizados. Mostra também o comovente testemunho de fé e coragem de muitos outros cristãos que preferiram a morte do que negar a fé no/do evangelho; fosse pelo fogo, pela espada ou pelas feras nas arenas, refugiando-se em cavernas e catacumbas para escaparem da perseguição Romana. Anabatistas, Valdenses dentre outros.
Assista o documentário completo abaixo.
Obs. Após a reprodução da primeira parte, as outras (continuação) serão reproduzidas automaticamente por meio de uma lista de reprodução.
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