03/02/2009

A CONSPIRAÇÃO DA NOVA ERA

Ojay é uma comunidade na montanha na costa da Califórnia. Ojay é um grande centro de ensinamentos da Nova Era. Onde quer que vá, encontra evidências da Nova Era. Se viaja pela auto-estra frequantemente cruza-se com carros que levam pendurados (como crucifixos) cristais de quartzo nos espelhos dos carros que passam, se visita o shopping nota estantes cobertas com papel de parede da Nova Era, quando assiste a um show de entrevistas, lá estará a atriz Shirley MacLaine a falar com entusiasmo sobre a Nova Era.
O que é a Nova Era, afinal? O movimento Nova Era é um caldeirão cheio de religiões pagãs orientais, misturadas com o espiritismo e temperadas com uma pitada de cristianismo, tudo isso de maneira suficiente para tornar os conceitos da Nova Era saborosos à sociedade ocidental. O movimento surgiu em 1960 e as raízes dos seus ensinamentos têm décadas, mas somente nos anos 80 foi que a Nova Era teve a sua explosão de popularidade.
Actualmente a Nova Era é transversal a toda a sociedade (Negócios, religião, política e ciência) e está a seduzir milhões de católicos, evangélicos e até ateus. Há algum género de conspiração global na Nova Era? Para descobrir, vamos consultar um livro que os adeptos da Nova Era tratam como a sua Bíblia: "A Conspiração Aquário" de Marilyn Ferguson. Ela fala do movimento Nova Era como uma "rede sem líderes, mas uma obra poderosa para realizar uma mudança radical nos Estados Unidos." Portanto há uma rede de adeptos que trabalha para revolucionar a nossa sociedade, mas Ferguson afirma que eles não possuem liderança centralizada.
Isto é verdade, até ao momento não encontrei nenhuma evidência de estrutura humana de autoridade. Nada como um partido político ou uma organização religiosa. No entanto, o pesquisador e editor cristão Kenneth Wade tem uma sugestão interessante sobre uma conspiração.
Li no seu livro "Segredos da Nova Era" o seguinte: "embora ele (o movimento Nova Era) não seja uma organização tradicional, nas minhas leituras eu descobri fortes evidências de que existe uma organização a nível sobrenatural que está a trabalhar para unir a rede de pessoas que estão ouvindo os vários espíritos que proclamam a iminência da Nova Era".
Existe alguma conspiração sobrenatural? Forças espíritas controlam realmente o movimento mundial da Nova Era? Não resta dúvida que, seres espíritas estão envolvidos. Como um enxame hiperactivo de abelhas, esses espíritos estão constantemente a comunicar novas mensagens da Nova Era através da meditação. Médiuns, são seres humanos que transmitem as mensagens dos espíritos, muitas vezes em estado de transe.
A pergunta importante é: quem são esses espíritos? Eles são anjos de Deus ou anjos do diabo? Embora muitos espíritos da Nova Era usem nomes de personagens da Bíblia, as suas mensagens indicam outra fonte porque contradizem a verdade da Bíblia.
Sessões de carácter “espírita” mas com uma forte componente espiritual bíblica (assisti a um culto numa igreja Baptista em Cambridge – na placa de anúncio à entra – dizi; Culto estilo Nova Era) relembra como o diabo falou com Eva no Jardim do Éden, quando comunicou as suas mentiras através da serpente a fim de lançar este mundo na ruína. O alvo do inimigo continua o mesmo. Portanto, temos uma verdadeira conspiração. Satanás e os seus anjos caídos usam a meditação da Nova Era e usam pastores e médiuns, apresetam-se com um ar inocente, mas usam uma contrafaccção da verdade ou seja a mentira, e o que pretendem é enganar o mundo inteiro... inclusive você e eu.
Existe uma canção popular dos anos 60 que proclama o alvorecer da "Era de Aquário". Esta "Era de Aquário" é o objectivo da Nova Era de uma era pós-cristã aqui na Terra. Como eles pensam que isso acontecerá? A autora de "A Conspiração Aquário" explica: "temos em nós o poder de fazer a paz dentro do nosso ego distorcido e com os outros, de curar a nossa terra natal e a terra inteira."
Os discípulos da Nova Era imaginam que podem salvar a Terra da guerra, do crime, da poluição e de todas as outras ameaças. Por isso reunem-se em grandes concentrações, em espaços fechados, mas mais frequantemente em espaços abertos, no meio da natureza. http://www.novaera-alvorecer.net/
Num fim de semana de agosto de 1987, os seguidores da Nova Era do mundo inteiro congregaram-se em 36 pontos que consideram sagrados. Reuniram-se em locais como o Grand Canyon, monte Shasta na Califórnia, nas Pirâmides do Egipto e no monte Fuji, no Japão. Eles estiveram de mãos dadas, num círculo, emitindo um som particular. Estavam emitindo a palavra hindu "om". Supõem-se que esta palavrinha "om", das escrituras hindu possui um tremendo poder, capaz de gerar força cósmica suficiente para criar uma nova era de paz e amor.
Houve uma razão para o grupo da Nova Era ter escolhido aquele fim de semana em particular de 17 de Agosto? Bem, o plano foi esboçado pela primeira vez "há cinco mil anos". De acordo com algumas culturas antigas, este é um momento em que tem início o fim do mundo, de modo que muitas pessoas meditam e pensam de maneira positiva e assim são capazes de continuar adiante crendo portanto que este será o início do fim. Esta foi a finalidade daquele fim de semana.
A esperança de uma nova era falhou para eles naquela mesma noite. O vôo 255 da Northwest caiu em Detroit, foi o segundo maior desastre aéreo da história dos Estados Unidos até aquele dia. Coisas que os seguidores da Nova Era não esperavam no fim de semana de danças ao sol.
A atuação dos médiuns foi o grande evento da convergência harmônica. Famosas personalidades já falecidas, revelaram supostamente seus desejos harmônicos através dos médiuns.
Em pequenas elevações de uma planície abaixo do monte Shasta, 200 peregrinos de Los Angeles pagaram 35 dólares cada um para ouvirem reverentemente o apóstolo João (dos tempos bíblicos, supostamente) falar a eles através do médium Jerry Bowman.
Não vai nos custar 35 dólares para saber o que o verdadeiro apóstolo João disse sobre a Nova Era. No Novo Testamento ele nos indicou a segunda vinda de Jesus como nossa esperança para o futuro e não a transformação mágica da Terra aqui e agora.
Um outro conflito entre os ensinos da Nova Era e a fé cristã envolve a reencarnação, a crença de que as almas são recicladas neste mundo de uma vida para a próxima. Segundo a Bíblia, vivemos apenas uma vez neste mundo: "E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo..." (Hebreus 9:27) Portanto morremos apenas uma vez antes de sermos julgados.
A reencarnação da Nova Era tem as suas raízes nos credos hindu e budista, modificada em função dos americanos, que querem se sentir bem sobre si mesmos. A propósito, você já pensou por que as pessoas que crêem na reencarnação, parecem sempre pensar que foram alguém importante em eras passadas? Talvez um cavaleiro do rei Artur... Você raramente ouve alguém declarar:
– Em minha vida passada eu transportava esterco.
A escritora da Nova Era, Corrine McLaughlin, escrevendo para a publicação New Realities, reconheceu o problema: "Uma boa explicação para a popularidade dos médiuns agora, é que eles dizem às pessoas tudo o que os seus egos sempre quiseram ouvir: 'você pode ter tudo o que quiser, você merece, você é perfeito assim como é, portanto, não precisa se esforçar para ser uma pessoa melhor' ".
Você quer ser bajulado pela falsidade ou você quer saber a verdade sobre si mesmo? A própria McLaughlin disse assim:
– O modo mais certo de se evitar obter informação falsa, de ser enganado ou controlado por algum médium, é simplesmente não consultá-los.
Não existem muitas publicações da Nova Era com as quais eu esteja de acordo, mas eu concordo com essa.
Uma prova forte dos atraentes enganos envolvidos na reencarnação aconteceu com a própria Shirley MacLaine. Ela foi se consultar com um médium na tentativa de superar uma crise pessoal. Determinada a ser objetiva, ela estava de certo modo cética com relação a toda Nova Era. Durante o transe, de repente a entidade que era canalizada revelou o caso secreto que MacLaine estava tendo com um homem chamado Gerry. E mais, até citou as palavras que o casal tinha trocado particularmente.
MacLaine ficou aturdida. Compelida com a revelação, ela depositou sua fé nas entidades mediúnicas. Sua crença se fortaleceu quando outro espírito explicou porquê ela e Gerry sentiam tanta atração um pelo outro: eles tinham sido casados numa vida anterior, portanto pertenciam um ao outro naturalmente.
"Pertenciam um ao outro"... era justamente isso que uma consciência perturbada iria querer ouvir. MacLaine estava fisgada. Ela tornou-se uma integrante entusiasta da Nova Era e está agora no movimento como um destacado apóstolo.
A atual explosão de interesse na América pelo espiritismo vem de uma minissérie na televisão baseada nas aventuras de MacLaine na Nova Era. E as livrarias B. Dalton informaram que as vendas dos livros sobre as entidades e o oculto quase duplicaram durante a semana em 1987 quando a minissérie de MacLaine foi ao ar.
Tragicamente, até cristãos estão sendo agarrados pela empolgação da Nova Era. Eles não notam o absoluto conflito entre aquilo que os da Nova Era crêem e o que as Escrituras ensinam. Ken Wade resume as diferenças em seu livro. Ele escreve: "A Nova Era é uma mudança do conceito cristão de um Deus pessoal e amoroso para a crença de que os seres humanos são seu próprio deus. É uma mudança da crença na morte, no julgamento e ressurreição para a crença da reencarnação; da crença no Céu e inferno para a crença de que criamos nosso próprio Céu ou inferno aqui mesmo na Terra; da crença na graça de Deus para os pecadores para a crença de que cada indivíduo deve pagar os seus próprios erros em repetidas vidas de sofrimento; da crença que existe um Deus controlando o nosso destino para a crença de que devemos, através da evolução planejada, aperfeiçoar nosso próprio grupo."
Vamos examinar mais fundo a vasta diferença, entre os ensinamentos da Nova Era e o cristianismo: John Randolph, da Nova Era, fez uma incrível predição em seu livro "Os Super-seres": "quando o homem perceber sua identidade de deus, uma raça de deuses reinará no universo".
Imagine a blasfêmia: a raça humana sendo uma raça de deuses! Isto é apenas o eco da primeira grande mentira do diabo canalizada através da serpente: "Então a serpente disse à mulher: certamente não morrereis... E sereis como Deus..." (Génesis 3:4-5)
Ao fazer seres humanos como Deus, os adeptos a Nova Era rebaixam Jesus ao nosso nível. Um dos livros populares da Nova Era afirma: "o Filho de Deus não é Jesus, mas sim nossa consciência combinada com Cristo." Isto se deriva do hinduísmo básico.
Os da Nova Era podem falar muito sobre Jesus, mas não é o Jesus que encontramos na Bíblia, o único Senhor da criação e único Salvador da humanidade. A Nova Era oferece uma falsificação de Jesus. A profetisa Elizabeth Clare, em seu livro "Os Anos Perdidos de Jesus", diz que Jesus entre os 12 e 30 anos, viajou até a Índia e estudou com swamis hindus. Alguns da Nova Era acusam o cristianismo de suprimir provas sobre o aprendizado místico de Cristo no Oriente. Eles se imaginam fazendo um favor ao mundo ao revelar o verdadeiro caráter de Jesus e seus ensinamentos.
Eu prefiro crer no que a Bíblia nos diz sobre Jesus, e você? A Bíblia diz que somente através de Jesus podemos ir até Deus. Ele é o único caminho, a única verdade e a vida. Isto é tão essencial para a nossa fé que Deus estabeleceu um encontro especial semana após semana para nós adorarmos Jesus Cristo como Senhor: "porque o filho do homem até do sábado é senhor." (Mateus 12:8)
Portanto o sábado é o dia que nos faz lembrar que Jesus Cristo é o Senhor. Semana após semana, no sétimo dia, Ele nos convida para nosso culto, nossa expressão de fé nEle, como nosso Criador e Redentor. As raízes da adoração no sábado vem de muito antes do tempo de Moisés, vem desde o princípio.
Na noite de sexta da semana da criação, o Senhor convidou Adão e Eva para participarem da celebração sabatina da Sua obra. O sétimo dia, o sábado, nos convida a comemorar a obra de Deus por nós como nosso Criador.
Há outra razão para adorarmos a Deus, outra razão para santificarmos o sétimo dia. Lembra do Calvário? É final de tarde de sexta, quase hora de saudar o sábado. Jesus, pendurado na cruz, relembra tudo o que fez por nossa salvação. Aí em Seus últimos suspiros Ele proclama:
– Está consumado.
Em outras palavras estava dizendo:
– Missão cumprida; humanidade redimida.
Nosso Senhor repousou no dia do sábado em honra a Sua obra terminada, assim como Ele fez após a criação. Só que desta vez ele descansou no túmulo.
Após o repouso do sábado, Cristo ressuscitou e ascendeu ao trono no Céu. Ora, a idéia de adorar no sábado, o sétimo dia do quarto mandamento, pode ser nova a você ou você pode ter ouvido que a guarda do sábado é legalista. Nada poderia estar mais próximo da verdade porque afinal, a palavra sábado em si quer dizer descanso, isso é o oposto de trabalho. Cada semana o sábado nos aponta para longe de nosso trabalho para repousarmos na obra de Deus.
Esse é o Evangelho puro e simples. Todas as semanas o sábado nos chama para honrar aqueles dois fatos da vida: criação e salvação. O sábado é parecido com uma bandeira. A bandeira de uma nação não tem valor por si só; ela só é especial pelo que representa. Do mesmo modo o sábado em si não tem nenhum valor, exceto porque representa as maiores coisas que Deus fez por nós, os motivos de nós o adorarmos. Se o sábado tivesse sido fielmente lembrado por todos, não haveria coisas como a heresia da Nova Era.
Mentes sinceras estão perguntando: devemos confiar na Bíblia como verdade? Será que os cristãos sinceros tem se confundido ao ponto de seguir crenças não-bíblicas? Talvez você queira investigar esta questão do repouso no sábado.
Quero lhe contar a emocionante história de Will Baron. Will foi criado num lar cristão, mas suas pesquisas de "um significado mais profundo da vida" o jogaram no calabouço da Nova Era. Will foi fisgado quando lia um livro da Nova Era sobre stress. Fascinando, ele quis saber mais. Assim foi visitar uma feira de médiuns, onde ficou conhecendo um médium.
Intrigado, ele decidiu pesquisar mais a fundo o oculto, indo assistir "o caminho iluminado" no Centro Metafísico em Los Angeles. Lá, uma mulher disse em transe, o nome completo de um dos amigos de Will. Ora, Will jamais conhecera a mulher e ela nunca tinha ouvido falar desse amigo dele. "Quem, se não Deus poderia comunicar uma informação tão íntima?" – Will pensou.
Totalmente convencido sobre a Nova Era, Will passou a dedicar-se ao mundo sombrio da psicologia mística, da reencarnação e de outros conceitos do oculto. A certa altura ele chegou a falar em línguas ao estilo pentecostal. Um dia enquanto meditava, experimentou a incrível visita de um famoso espírito guia hindu, Djwhal Dhul. Esse ser majestoso parecia-se com o Jesus pintado pelos artistas.
Este guia anunciou que Will tinha sido escolhido para ser um discípulo especial, um sacerdote em treinamento. Dia a dia Will recebia instruções específicas de seu espírito mestre particular e obedecia imediatamente. Ele chegou a deixar seu emprego de engenheiro e mudou-se para o exterior, para a comunidade Findhorn na Escócia, um importante centro da Nova Era.
Após seis meses lá, o espírito ordenou que Will voltasse para a América. Também disse a ele onde morar e até que carro comprar, citando o modelo específico. Aí, esse espírito ordenou que Will tomasse emprestado grandes somas em dinheiro para donativos ao Novo Centro da Nova Era.
Perto da falência e emocionalmente abatido, Will era um escravo do seu guia da Nova Era. Então o diabo se excedeu em ganância. O médium chefe do centro em que Will assistia recebeu ordens para transformar seu grupo em uma igreja "cristã" da Nova Era. Todos tiveram que começar a ler a Bíblia a fim de enfrentar os cristãos em seu próprio terreno e "convertê-los" para a crença da Nova Era.
Will recebeu ordens especiais dos espíritos para inflitrar-se nas igrejas cristãs em Los Angeles. A estratégia do diabo falhou. Ao ler a Bíblia, Will encontrou o verdadeiro Jesus. O Senhor da criação e da salvação. O Senhor do sábado.
Feliz em sua nova fé, Will foi batizado, e agora tem uma vida totalmente nova de paz com Deus e a certeza da vida eterna em Cristo. Graças a Deus pelo que Ele fez na vida de Will.
E quanto a você? Já encontrou o verdadeiro Jesus? Você pode aceitá-Lo como seu Salvador e Senhor agora mesmo.

A IGREJA E ASTROLOGIA

Acredita no horóscopo? Crê se pode confiar nas predições dos astrólogos? Há fundamento religioso na astrologia?

Na palestra de hoje que tem por título: A IGREJA E A ASTROLOGIA, iremos esclarecer alguns aspectos deste assunto.

Existem pessoas que não saem de casa sem antes ler o horóscopo. Outras relacionam o comportamento humano pelo signo. Dizendo que pessoas do mesmo signo agem de maneira igual, tem os mesmos gostos e quase que as mesmas atitudes.

A prática da astrologia é muito antiga. Ela se desenvolveu na Mesopotâmia, ao tempo de Babilônia e daí passou ao Egito, à Grécia e Roma. Foi, no começo, um misto de religião e ciência.

No Império Romano os astrólogos estudavam o Sol, a Lua e os cinco planetas visíveis e procuravam, por encantamentos, obter ajuda dos deuses que criam habitar esses astros.

Na imaginação dos astrólogos esses mesmos deuses poderiam ajudá-los a descobrir o futuro

Como vemos, a astrologia originou-se entre os pagãos da antiguidade, que adoravam os astros. Ela não tem base nos ensinos bíblicos. Mas, a astrologia tem afinal de contas, fundamento científico?

Existem muitas pessoas que se dedicam à astrologia. Todo final de ano são chamados muitos mestres da astrologia com seus vários seguimentos como o tarô, búzios, cartas, para preverem o que acontecerá no ano que virá.

Muitos predizem mortes de pessoas importantes, doenças e tragédias. As pessoas que acreditam nestas predições, muitas vezes se desesperam a ponto de perder a paz de espírito , tornando-se assim debilitadas física e emocionalmente.

De cada 100 dessas predições, apenas 5 acontecem. Isto prova que a astrologia não tem base científica.

Em outubro de 1986, 192 cientistas de diferentes países, publicaram o seguinte: “Nós, abaixo assinados - astrônomos, astrofísicos e cientistas em outros campos - desejamos advertir o público contra a aceitação sem exame das predições e conselhos dados por astrólogos, em particular e publicamente. Os que desejam crer na astrologia devem compreender que não há base científica para os seus ensinos.” Vibrant Life, Set/Out. 86, pág 25.

Queridos ouvintes: só Deus conhece o futuro.
Em Isaías 46:9 e10, Deus diz: “eu sou Deus e não há outro semelhante a mim. Eu anúncio o que há de acontecer, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam. O meu conselho permanecerá de pé e farei toda a minha vontade.”

O nosso destino depende de nosso relacionamento com Deus e não da astrologia.

Depende de usarmos o nosso livre arbítrio escolhendo agradar ao Pai celeste, ou deixar de fazê-lo. Isto influência a nossa vida e determina o nosso futuro, e não a posição dos astros na hora do nosso nascimento.

O profeta Isaías, inspirado por Deus, predizendo a queda de Babilônia, como que ironiza os astrólogos que nela havia, dizendo: “Levantem-se agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas.” Isaías 47:13,14.

A história conta que não puderam fazer nada, enquanto Deus anunciava a destruição. Foram completamente inúteis, como o restolho queimado pelo fogo.
Deus falou através do profeta Jeremias: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus; porque com eles os gentios (pagãos) se atemorizam, porque os costumes dos povos são vaidade.” Jeremias 10: 2, 3.

Os sinais dos céus eram eclipses, o aparecimento de cometas, as conjunções, ou alinhamentos de corpos celestes.

Essas coisas eram interpretadas frequentemente como indicação de boa sorte para a nação, ou para indivíduos. Mas o povo de Deus não devia crer nelas.

Este mesmo conselho é dado hoje por Deus para os Seus filhos. Não devemos crer nas especulações da astrologia. Nossa fé deve estar firmada em Deus. Deus, somente Deus conhece nosso futuro.

E se confiarmos em Deus, e se colocarmos nossa vida em Suas mãos o nosso futuro estará garantido.

A Bíblia, a Palavra de Deus nos diz: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes a nós O entregou, porventura não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas? Romanos 8:31 e 32.

Nossa garantia de felicidade futura está em aceitarmos o sacrifício de Jesus no Calvário. O amor de Deus é tão grande por nós que Ele não poupou o Seu único Filho para nos resgatar desta vida atribulada, cheia de aflições, dificuldades financeiras, dor pela perda de um parente querido.

Nós, seres humanos, somos curiosos para descobrir o que está à nossa frente. Mas o próprio Deus nos advertiu contra esta curiosidade que temos.

Se jogarmos nossas preocupações aos pés de Jesus, nós não teremos medo do futuro, e sim este mesmo futuro que nos parece muitas vezes negro, nos parecerá então um caminho de luz, porque teremos plena confiança de que Deus quer o melhor para os Seus Filhos.

Deixe Deus guiar a sua vida. Não impeça que um Pai de amor o acolha em Seus braços amorosos.

01/02/2009

AS ARMAS DO CRISTÃO

INTRODUÇÃO
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Efésios 6:13-17
A ARMADURA
O cinturão da verdade é a sustentação da armadura. Jesus é verdade. O compromisso com Ele e com a sua Palavra é o que sustenta a armadura. Esse compromisso com a Verdade não é apenas uma espécie de assentimento, de concordância intelectual. Cingir-se da verdade é viver a vida tendo a verdade como norteadora de suas atitudes. A Verdade precisa invadir seus negócios, seus estudos, sua família, suas amizades, seu casamento e onde mais você estiver. Esse é o ponto de partida das batalhas.

A couraça da justiça é forma de nos protegermos no nosso relacionamento com Deus. Para a vestir, necessitamos de retirar a nossa própria couraça “a justiça própria”, as nossa boas obras feitas para agradar a Deus e d`Ele receber favores. A nossa couraça não nos pode proteger, mas a couraça da justiça de Deus sim! Quando pela fé compreendemos que afinal estamos tão longe de Deus, compreendemos também a nossa impossibilidade de controlar a nossa vida e decidimos confiar em Jesus, aceitamos que Ele nos apresente ao Pai “porque sem mim nada poder fazer” (João 15:6).

Com o poder do Pai e a graça de Jesus, podemos enfrentar qualquer batalha, seja ela contra os nossos próprios hábitos, vícios, fraquezas ou contra o nosso inimigo comum; Satanás.
As sandálias do evangelho da paz. As sandálias do soldado romano eram de couro. Na armadura de Deus as sandálias são de paz. O evangelho da paz são as boas notícias de que Deus, através de Jesus, reconciliou o mundo consigo mesmo. Assim podemos ter paz com Ele e paz com os nossos irmãos e companheiros de batalha. Não podemos sair para a batalha descalços, a olhar para o chão. Apressamo-nos a calçar as sandálias do evangelho da paz. Primeiro, paz com Deus. Depois, paz com a criação de Deus. Então, de cabeça erguida, poderemos enfrentar o combate.
Nenhum soldado romano iria para a guerra sem o seu escudo. Nenhum cristão deve encarar a luta espiritual sem o seu escudo da fé. Usar o escudo da fé não é ser ingénuo. A fé bíblica não é irracional, mas está apoiada no carácter e nas promessas de Deus; Não é ser auto-confiante. A autoconfiança não suporta a dureza da batalha. Também não se parece com auto-suficiência, (reinado do EU). Precisamos usar o escudo da fé e cultivar a confiança prática, no carácter do Deus Criador do Universo. Ele nos protegerá contra as flechas incendiárias que o inimigo lança sobre nós sempre que uma dificuldade aparece.

O capacete da salvação é feito da esperança que há em Cristo Jesus. O seu principal componente é a convicção na suficiência da cruz para nos levar de volta ao Pai. Quando olhamos para cruz, a nossa mente fica protegida das ciladas astutas do inimigo. Quando olhamos para a cruz, somos protegidos do egoísmo; quando olhamos para a cruz, a avareza não faz sentido. Quando a cruz de Cristo se clara na nossa vida, discernimos por onde o inimigo nos pode atacar. Ele normalmente procura atingir a nossa mente, e para tanto necessita de entrar por uma porta. Estas são os sentidos; a visão, o paladar, o ouvir, o tacto e o olfacto. Por uma destas portas ele entra na mente ou seja no lóbulo frontal, onde se situam as percepções, a sensibilidade, a inteligência, a vigilância. Satanás para entrar procura enfraquecer ou tornar insensíveis e assim desprotegidos podemos ser derrotados, quase sem nos darmos conta. O capacete da Salvação, podemos ir para as batalhas com a certeza de que resistiremos aos ataques do inimigo no dia mau, venceremos tudo e permaneceremos inabaláveis.

A Espada do Espírito
Chegamos a ultima peça da armadura. Agora, completamos a armadura, que Deus nos deu para enfrentarmos a luta espiritual, na qual todos estamos envolvidos: A espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

Quando o apóstolo Paulo escreveu esta carta aos cristãos da cidade de Éfeso e falou sobre a armadura de Deus, ele tinha em mente os mais modernos equipamentos de guerra que um soldado poderia ter. Por isso, não poderia faltar a melhor espada que existe, a Palavra de Deus.
A armadura de Deus não foi dada para atacar o inimigo, mas para nos defendermos dele. Paulo afirma que a armadura é para que possamos resistir no dia mau. Cada peça é usada para defesa. A espada do espírito também deve ser usada como arma de defesa contra as estratégias de destruição engendradas por principados e potestades.

Infelizmente, muitas pessoas não usam a espada do Espírito de acordo com a estratégia de Deus, mas por conta própria; usam não para se proteger, mas para atacar inimigos pessoais. Com a espada do Espírito pessoas são controladas, dominadas e humilhadas, culturas inteiras são aniquiladas, acusações mútuas são feitas e igrejas são despedaçadas. Por incrível que pareça, a espada do Espírito tem sido usada em disputas internas para ferir companheiros de batalha. Quem usa a palavra com esse propósito, esquece-se de quem é o verdadeiro inimigo.

Os soldados romanos destacavam-se pela sua habilidade em combater. Normalmente passavam quatro difíceis meses de treino. Devia aprender com maestria dominar o escudo, a manusear a sua espada. Eles treinavam-se com escudos que pesavam o dobro do escudo da batalha e com pesadas espadas de madeira que faziam com que as armas de guerra parecessem muito leves. Depois de treinado, o soldado recebia a sua espada.

Mas o legionário romano não recebia a espada de presente. Na verdade, do seu solário ele pagava a roupa que vestia, a tenda em que morava e pelas as armas. Percénio, líder de um motim contra o imperador Tibério no ano 14 d.C, relatou que além disso o soldado ainda tinha que “untar as mãos” aos superiores para se livrarem de outros encargos muito pesados.

Na armadura de Deus, a espada não é propriedade do soldado; ela pertence ao Espírito de Deus e é usada como Ele quer. O profeta Isaías escreve o seguinte:
“Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.” Isaías 55:11

Esse entendimento é muito importante. Quando somos confrontados com a Palavra de Deus, não devemos usá-la como cremos, adaptá-la aos nossos interesses. A espada do Espírito será a nossa protecção na luta espiritual, se permitirmos que ela cumpra os propósitos de Deus na nossa vida. Deixe que ela fale ao seu coração.

A palavra nos é entregue graciosamente pela inspiração do Espírito Santo de Deus e o próprio Jesus afirmou que é o Espírito quem nos ensina e nos faz lembrar a palavra em meio das batalhas.

Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito. João 14:26
Não há simulação, não há trocas, não há favores. Não há vida cristã sem a intervenção do Espírito de Deus no seu e no meu dia-a-dia através da Palavra. Podemos receber a espada do Espírito para nossa protecção e essa protecção se torna real quando o Espírito de Deus tem liberdade para nos ensinar a Palavra e quando estamos atentos para ouvir a Sua voz no meio da batalha.
Protegidos contra o quê?

Não é demais lembrar novamente o epicentro da batalha espiritual em que estamos envolvidos.
Principados e potestades têm trabalhado arduamente por milénios para que o Senhor não receba a glória e o reconhecimento que lhe são devidos. Por isso, a actuação dessas forças espirituais rebeldes é voltada para desacreditar e enxovalhar o carácter de Deus diante da sua criação.
Foi assim no Éden. A serpente plantou no coração do primeiro casal a dúvida a respeito da bondade de Deus e do interesse Dele pelo bem-estar da sua criação. Com um breve argumento, Lúcifer introduziu no coração deles a dúvida que os induziram a tomar uma decisão (entrou por quantas portas o ser humano tem) e conseguiu que o ser humano criado à semelhança do Seu Criador, nada lhes, faltava, a não ser, a prova da fidelidade, para serem seres acabados. Num ataque tão subtil: voltaram as costas para Deus.

A acção da serpente foi rápida e certeira. O seu objectivo era claro: não permitir que o primeiro casal aprendesse a conhecer plenamente o carácter de Deus.

Principados e potestades sabem que quando o ser humano conhece o carácter do Deus eterno (o seu poder, a sua bondade, o seu amor, a sua justiça e a sua misericórdia), e quando os nossos pecados e limitações são revelados diante de nós, a atitude é mesma para todos: prostrar-se diante do Senhor com temor e o coração cheio de gratidão.

Na armadura de Deus, a espada do Espírito protege-nos no meio da luta espiritual porque ela testemunha sobre a natureza de Deus. É pelas Escrituras que conhecemos o carácter de Deus. Quando lemos as histórias de homens e mulheres comuns e a maneira como eles viveram as suas caminhadas de fé em direcção ao coração de Deus, podemos aprender sobre quem é o Deus a quem adoramos.

As histórias de Abraão, Isaque, Jacob, José, Moisés, Josué, David, Ester, Jeremias, Isaías, Rute, Noé, Oséias, Raabe, Daniel, João Baptista, Pedro, Paulo, Lídia, Onésimo, Lucas e tantos outros não são apenas belas histórias, elas forma registadas para que nós possamos compreender melhor quem é o Deus a quem adoramos.

Jesus apresenta isso em forma de um conselho firme e sábio:
Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim; João 5:39
O conhecimento crescente de Deus nos torna mais íntimos d´Ele e isso faz nascer em nós a confiança que nos leva a amá-l`O e nos deixa protegidos contra os falsos argumentos do inimigo.
Na armadura de Deus, a espada protege-nos na luta espiritual, porque ela revela quem realmente somos. Essa é outra área em que todos enfrentamos grandes lutas.

A negação de quem somos nos coloca numa armadilha terrível, por que o ponto de partida para as transformações que Deus quer operar em nós é a nossa realidade. Deus quer nos transformar à imagem do seu Filho Jesus Cristo, mas esse processo começa com a admissão dos nossos pecados e limitações.

O Salmista diz: "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno." Salmos 139:22-24

Mas é o escritor de Hebreus que esclarece como isso acontece: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."Hebreus 4:12

A espada do Espírito e o instrumento que Deus usa para nos livrar da ignorância de nós mesmos. É interessante que o escritor da carta aos Hebreu fez questão de ressaltar que a Palavra de Deus se parece com uma espada de dois gumes.

O gume é a parte cortante da espada. A maioria das facas que são usadas em casa tem apenas um gume. Mas a Palavra de Deus é tão poderosa para discernir a alma humana, tão simples e clara na apresentação de quem somos, que a sua eficácia é comparada a uma espada de dois gumes.

Hoje fala-se muito da saúde emocional. E não é por menos! Vivemos dias em que multidões estão presas em si mesmas. Escravos do medo, angústia, da ira, da falta de perdão, do orgulho, da ansiedade, das preocupações com o futuro e de tantos outras cadeias.

Milhões estão acorrentados à busca da perfeição pelo esforço próprio, da aceitação pelos méritos pessoais e de um modo de ver a vida que parece uma conta bancária como débitos e créditos de acordo com a boa acção de cada um.

Só a espada do Espírito pode libertar. Porque ela revela de forma confrontadora quem eu sou, mas apresenta-me a graça de Deus, que me acolhe como eu estou. Assim, a espada do Espírito protege-me de mim mesmo e guarda-me sob o amor e graça de Deus.

Como usar?
A bíblia não nos deixa sem instrução sobre como usar a espada do Espírito. O exemplo mais completo talvez seja com o próprio Jesus, quando foi tentado no deserto.
“Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Então o Diabo o levou ã cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles; e disse-lhe: Tudo isto te darei, se, prostrado, me adorares. Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o Diabo o deixou; e eis que vieram os anjos e o serviram.” Mateus 4:1-11

Mergulhado na Palavra. Perceba que a luta travada por Jesus não teve efeitos pirotécnicos nem foi transformada num espectáculo circense para toda a cidade. Jesus estava só e fragilizado no deserto. O bom soldado está sempre atento, mas quando estamos sós e nos sentido fracos, envolvidos nos nossos pensamentos, a atenção precisa ser redobrada e a espada do Espírito precisa estar desembainhada.

Jesus foi tentado quanto à sua confiança no suprimento de Deus. Foi provocado ao nível da confiança quanto ao amor e ao reconhecimento do Pai e por fim foi tentado a assumir o controlo da própria vida e virar as costas ao Pai em troca de poder.

A cada tentativa do inimigo de abalar a confiança de Jesus em Deus, ele respondia sacando a espada do Espírito, a Palavra de Deus. O Senhor Jesus tinha a sua mente mergulhada na palavra de Deus. Por isso, ele pode identificar cada tentação e responder à altura do argumento de Satanás.

Para usarmos com eficácia a espada do Espírito nossa mente precisa está cheia da Palavra. Nossa maneira de ver o mundo precisa está influenciada pela Palavra ao ponto de nos tornarmos aptos para discernir as ciladas do inimigo.

Confiante na Palavra. O Senhor não respondeu aos argumentos de Satanás com argumentos humanos. A frase era a mesma: “está escrito”. Os argumentos podem ser lógicos e agradáveis aos ouvidos, podem até parecer sensatos, mas... “está escrito” é outra coisa.

Jesus não fugiu ao confronto, pelo contrário, Ele foi conduzido pelo Espírito para esse momento. Mas, os argumentos sagazes do inimigo esfumava-se frente ao simples está escrito de Jesus. Mas isso revela o quanto Jesus amava e se submetia à Palavra de Deus.

A espada do Espírito precisa ser usada com submissão e obediência a Deus. “Está escrito”, disse Jesus. Quando a qualidade da própria espada é questionada, quando a sua eficácia passa a ser motivo de dúvida, ela deixa de ser útil para a luta espiritual.

CONCLUSÃO
Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo ensina que todos devemos manejar bem a espada do Espírito.
"Procura apresentar-te diante de Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." 2 Timóteo 2:15
Jesus conhecia o poder da Palavra de Deus. Ele o havia experimentado em sua própria vida. Por isso, ao orar pelos seus discípulos, Ele pediu ao Pai: "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade." João 17:17

Se a espada do espírito for abandonada, você vai sofrer duros golpes durante a batalha; Por isso não largue a sua espada por nada. Ela é a sua protecção.
Se a espada do espírito estiver enferrujada e cheia de poeira em cima da estante da sala, será derrotado, ou no mínimo, não a saberá usar conveniente; Por isso não perca tempo, pegue a espada, tire a poeira, limpe a ferrugem e comece a praticar.

Nenhum soldado pode contar exclusivamente com a espada do outro no calor da batalha. A Palavra precisa ser aplicada por si e para a sua vida. É bom conhecer a experiência dos outros, mas nada substitui a nossa própria experiência na luta espiritual.
“ Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; empunhando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Efésios 6:13-17

29/01/2009

QUEM É A PEDRA DE MATEUS 16:18?


Vamos analisar o texto de Mateus 16:15-19:
"15 Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou? 16 Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. 17 Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. 18 Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; 19 dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus."

Estas palavras foram pronunciadas por Jesus quando Ele e os discípulos estavam caminhando para Cesaréia de Filipe, logo após a Sua pergunta: "Quem diz o povo ser o Filho do homem?" Mat. 16:13.

Após várias respostas, Pedro falou: "Tu és o Cristo, e Filho do Deus vivo." Mat. 16:16.
Após esta afirmação de Pedro, se seguiram as célebres palavras de Mat. 16:18:
"Tu és Pedro (em grego pétros) e sobre esta pedra (pétra) ...".


Várias interpretações tem sido dadas a esta declaração, das quais três se destacam:
A Pedra sobre a qual se construiria a Igreja de Deus é o próprio Cristo;
A pedra é Pedro;
A pedra é a confissão que Pedro fizera de Cristo.
Qual seria a interpretação correcta?


Quanto ao processo de interpretação de textos difíceis, duas regras básicas têm sido adoptadas pelos estudiosos sérios da Bíblia, cf. ref [1], p. 155 e 156. Eu destaco duas:
"Se há passagens obscuras, estas se explicam pelas que são mais claras, de tal sorte que a Escritura se explica pela própria Escritura." Irineu.

Orígenes apresenta mais ou menos a mesma ideia ao dizer que o texto deve ser interpretado através do conjunto das Escrituras e nunca através de textos isolados.

PRIMEIRA INTERPRETAÇÃO: A PEDRA É CRISTO.
"Teólogos protestantes sempre foram ardorosos defensores da Igreja construída sobre Cristo.
Jerónimo, Agostinho e Ambrósio aplicam a pedra tanto a Pedro como a Cristo. Eis as palavras que aparecem no fim do Evangelho de S. Mateus, tradução da Bíblia do Padre António Pereira de Figueiredo, edição de 1857, de Lisboa, pág. 95:
"Santo Agostinho no tratado CXXIV sobre S. João entende por esta pedra não a Pedro, mas a Cristo, em quanto confessado Deus por Pedro, como se Cristo dissera: Tu és Pedro, denominado assim da pedra, que confessaste, que sou eu, sobre a qual edificarei a minha igreja’.

Estas palavras do maior teólogo católico romano por serem muito claras dispensam comentários.
"É do nosso conhecimento que o termo ‘pedra ou rocha’ foi usado no Velho Testamento para Deus. Salmo 18:2 – O Senhor é a minha rocha; Deut. 332:4 – Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas.
"O Messias é descrito em Isaías 28:16 como ‘uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada’." – Explicação de textos difíceis da Bíblia, (ref. [1]) p. 155 e 156.
Coloco aqui outras referências bíblicas que demonstram que: JESUS foi a Pedra rejeitada pelos judeus:
o Isaías 8:14: "Então Ele... Pedra de tropeço, e de Rocha de escândalo..."
o Mat. 21:42: "...A Pedra... rejeitaram, essa foi posta por cabeça de ângulo..."
o Actos 4:11: "Ele é a Pedra ... rejeitada ... posta por cabeça de esquina..."
o Rom. 9:33: "...Sião uma Pedra de tropeço, e uma Rocha de escândalo..."

(Explicando: Os judeus achavam um escândalo o Messias morrer na cruz, já que O esperavam para sentar-Se no trono de David).
E o mais importante:
o Efésios 2:20; 11:22; 5:23: "...Jesus Cristo é a principal Pedra de esquina... cabeça da igreja".
Em toda a Bíblia, a Pedra é identificado indubitavelmente a JESUS CRISTO, a Rocha Eterna:
o Números 20:11: "...Moisés levantou a mão, e feriu a Rocha duas vezes..."
o I Coríntios 10:4: "E beberam... da Pedra espiritual... e a Pedra era Cristo."
o Deut. 32:4: "Ele [Jesus] é a Rocha, cuja obra é perfeita..."
o Salmo 18:2: "O Senhor é a minha Rocha..."
o Salmo 19:14: "...Senhor, Rocha minha e libertador meu!"
o Salmo 28:1: "A Ti clamarei, é Senhor, Rocha minha..."
o Salmo 89:26: "...a Rocha da minha salvação."
o Salmo 95:1: "...a Rocha da nossa salvação."
o Salmo 144:1: "Bendito seja o Senhor, minha Rocha..."


E o próprio Pedro confirmou que a Pedra é Cristo:
o I Pedro 2:4: "...E chegando-vos para Ele [Jesus] – Pedra viva..."
o I Pedro 2:6-8: "Por isso, na Escritura se diz: Eis que ponho em Sião uma principal pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, a pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta como a principal da esquina, e: Como uma pedra de tropeço e rocha de escândalo; porque tropeçam na palavra, sendo desobedientes..."


Paulo define a questão com estas palavras incisivas:
o I Coríntios 3:11: "Porque ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo."
Jesus Cristo mesmo interpretou ser Ele a "Pedra Angular" de qual falava o Velho Testamento:
o Mat. 21:42-44: "Disse-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular; pelo Senhor foi feito isso, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo que dê os seus frutos. E quem cair sobre esta pedra será despedaçado; mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó."

SEGUNDA INTERPRETAÇÃO: A PEDRA É PEDRO
"Esta tese é sustentada pela maioria dos comentadores católicos.
"Vincent, comentando Mateus 16:18 defende a ideia de que a Igreja foi construída sobre Pedro, desde que Cristo nesta passagem aparece não como a fundação, mas como o arquitecto.
"Outros apresentam o seguinte argumento: a conjunção coordenativa ‘e’ , em grego ‘kai’ liga orações que têm o mesmo valor, por isso se Cristo visasse estabelecer um contraste entre Ele e Pedro teria empregado a conjunção ‘allá’ = mas. Este argumento não é seguro porque ‘kai’ tem em grego também o significado de ‘mas’. Ver Arndt and Gingrich, página 393 e Robertson, página 1181.
"A igreja católica se baseia num texto isolado sem levar em consideração o consenso de todo o ensino bíblico a respeito, isto é, sem considerar os dois princípios hermenêuticos (de Irineu e Orígenes) já citados anteriormente.
"Analisando vários textos das Escrituras chega-se à conclusão indiscutível de que a Bíblia ensina que Cristo é a Pedra e não Pedro.
"O próprio Pedro, através de suas enfáticas declarações, se encarregou de dirimir todas as dúvidas neste sentido. I S. Pedro 2:4-8. ...


"Provas bíblicas de que Pedro não foi escolhido como líder da Igreja, ou Superior Hierárquico dos Apóstolos:
a. Mateus 23:8 e 10 nos ensina que Cristo não queria que nenhum deles fosse mestre ou guia, porque esta é uma prerrogativa divina.
b. Lucas nos relata (9:46; 22:24-30), que por duas vezes se levantou entre os discípulos o problema de quem entre eles tinha a primazia. Tal problema jamais se levantaria se Cristo tivesse estabelecido a Pedro como superior a eles.
c. Se Cristo tivesse indicado a Pedro como líder da Igreja, como o Papa, ele seria infalível em suas decisões, portanto jamais lhe aconteceria o que Lucas nos relata no seu evangelho capítulo 22:54-60 [a negação de Pedro].
d. Sendo Pedro o dirigente, seria a pessoa que enviaria outros, mas Lucas nos informa em Actos 8:14 que Pedro e João foram enviados pelos apóstolos.
e. Se fosse o superior hierárquico dos apóstolos, a argumentação que eles fizeram e a defesa de Pedro seriam inoportunas e sem fundamento, conforme o relato de Actos 11:1-18 [a pregação do evangelho aos não-judeus].
f. O primeiro concílio da igreja não foi convocado e dirigido por Pedro, mas por Tiago. O contexto apresentado pelo Dr. Lucas (Actos 15:13, 19) sugere que Tiago era o presidente.
g. Em Actos 15:22-29 há o relato de que a epístola enviada a Antioquia foi dirigida em nome dos apóstolos, dos presbíteros, e da igreja e não por Pedro.
h. Se Pedro fosse o líder, Paulo não poderia escrever o que se encontra em Gálatas 2:11-14, pois seria faltar à ética hierárquica. [11: Quando, porém, Cefas veio a Antioquia, resisti-lhe na cara, porque era repreensível.] A afirmação no verso 11 é bastante taxativa para desmoronar todo o falso edifício que o papado tem construído na base de Mateus 16:18 sobre o primado de Pedro.
i. I Coríntios 12:28. Se Pedro fosse o Papa, na enumeração dos ofícios da Igreja, Paulo não se esqueceria deste tão preeminente – o Vigário de Cristo [28 E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.]
j. Paulo afirma em Gálatas 2:9 que Tiago, Cefas (Pedro) e João eram considerados como colunas. Note-se que Tiago está em primeiro lugar." – [1], p. 158 a 161.


Outras referências bíblicas que indicam que Pedro não tinha a primazia da Igreja Apostólica, como arroladas por Lourenço Gonzalez, ref. [2], p. 59: Se Pedro fosse o Papa:

Os discípulos não disputariam pela primeira posição entre si (Mat. 23:8,10; Luc. 9:46; 22:24-30); Não seria o apóstolo da circuncisão [Ele achava que o Evangelho não deveria ser pregado aos não-judeus/incircuncisos) (Gál. 2:8);
Como ficaria o seu casamento? (Mat. 8:14; Mar. 1:30; Luc. 4:38);
Não levaria a sua esposa nas suas viagens missionárias (I Cor. 9:5);
Não negaria a Jesus (Luc. 22:57), não mentiria ao ser identificado como apóstolo (Luc. 22:58), nem disfarçaria diante da verdade (Luc. 22:60);
Enviaria outros apóstolos para Samaria em vez de ser enviado (Actos 8:14);
Não se justificaria perante a igreja, por ter baptizado Cornélio (Actos 11:1-11);


O primeiro Concílio Cristão, ocorrido em 52 d.C., seria presidido por ele e não por Tiago (Actos 15:13,19) e a Carta Oficial deste Concílio seria assinada por ele e não foi (Actos 15:22,23);
Paulo não o repreenderia publicamente se fosse ‘infalível’ 9Gál. 2:11-14);
Estaria na primeira posição e não na segunda, como coluna da igreja (Gál. 2:9);
Por fim...
Uma passagem que se destaca pelo que ela não mostra, Apocalipse 21:14: "O muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles estavam os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro."


Ao descrever a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, João cita que viu escritos o seu nome e dos seus companheiros apóstolos nos fundamentos da cidade. Não há, porém, destaque de nenhum nome em especial, o que certamente ocorreria se um deles tivesse sido escolhido como fundamento da igreja.


TERCEIRA INTERPRETAÇÃO: A PEDRA SERIA A CONFISSÃO DE PEDRO
"Crisóstomo (350-407 AD) afirmou que a igreja foi construída sobre a confissão de Pedro. Outros Pais da Igreja e reformadores como Lutero, Huss, Zwínglio e Melanchton defendem a mesma ideia.


"Os fatos parecem indicar que esta não é a melhor interpretação, desde que a Igreja não é construída sobre confissões, mas sobre os que fazem a confissão, isto é, sobre seres vivos: Cristo, os Apóstolos e os que aceitam a Cristo como Seu Salvador. As passagens de Efésios 2:20 e I Pedro 2:4-8 confirmam as declarações anteriores." [1], p. 163.


PÉTROS E PÉTRA
"Dicionário e Comentários nos comprovam que Pedro, em grego ‘Pétros’ dignifica um fragmento de pedra, pedra movediça, lasca da rocha; enquanto pedra, no grego ‘Pétra’ significa rocha, massa sólida de pedra.
"Alguns comentaristas asseveram que o Espírito Santo orientou o apóstolo, ao redigir esta passagem para empregar duas palavras, em grego, para evitar a idéia de que Pedro fosse a pedra.
"Desta sucinta explicação se conclui que Pétros não é um símbolo apropriado para um fundamento, um edifício, mas que Pétra – rocha é um símbolo muito próprio para o fundamento estável e permanente da Igreja.
"Na Ilíada, VII, 270, Ajax está atirando uma pedra (pétros) em Heitor, mas na Odisséia, IX, 243, há o relato de uma pedra (pétra) colocada na porta de uma caverna, inamovível pelo seu tamanho descomunal." [1], p. 158.

QUE SIGNIFICAM AS CHAVES (Em Mateus 16:19)?
"As chaves, que abrem e fecham a Casa de Deus, ligam os homens à Igreja, ou dela os desligam, são os princípios dos Evangelhos, as condições da Salvação, aceitas ou rejeitadas pelos homens. Pedro abriu, com a chave da Palavra de Deus, as portas do Reino dos Céus a três mil pessoas que se converteram. Actos 2:14-41. Este privilégio não foi apenas concedido a Pedro, mas a todos os discípulos. São Mateus 18:18. ...
"Quando uma pessoa completava satisfatoriamente um curso de estudos com um rabi judeu, era costume receber ela uma chave, significando que se havia tornado bem versada na doutrina e que estava agora habilitada para abrir os segredos das coisas de Deus. As palavras de Cristo se referem a este costume.
"’As chaves simbolizam a autoridade que Jesus confiou a Sua igreja para agir em Seu nome. Especificamente elas indicam as Escrituras onde Deus expõe o plano da salvação. A autoridade não é baseada numa escritura de igreja como tal, mas nas Escrituras.’ Lição da Escola Sabatina, 10-1-81." – ref [1], p. 163 e 164.


Referências:
Pedro Polinário, Explicação de textos difíceis da Bíblia, Editora Universitária Adventista, Santo maro, SP. 19ª Edição.
Lourenço Gonzalez, Assim Diz o Senhor, ADOS:Niterói, RJ. Sétima Edição.

26/01/2009

JESUS NA LITERATURA NÃO CRISTÃ

Jesus Cristo é, sem dúvida, o personagem mais glorioso da História humana e nisto concordam todos os cristãos, sejam eles seguidores da igreja católica romana ou da igreja dita “protestante”. Em Jesus, e só em Jesus, se centra todo o anseio e esperança dos crentes, com justificada razão, “pois em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos”. Actos 4:12

Todavia, há quem diga que Jesus não é mais do que uma referência necessária à humanidade, dado que apela a sentimentos nobres, à moral e mesmo à fraternidade entre os povos. E há quem pense que a Sua existência se limita à Bíblia e à tradição religiosa, estando ausente da literatura não cristã.

Mas se quisermos ser imparciais e analisar com cuidado e perseverança os manuscritos antigos, de pressa chegaremos à conclusão de que as referências à pessoa de Jesus são abundantes e rigorosamente honestas, mesmo quando O contestam, ou por isso mesmo.

1- Jesus e a Pax Romana.
Jesus Cristo veio ao mundo durante o período conhecido como “Pax Romana”, um histórico período de paz, em que o mundo inteiro era controlado por um único e inexorável poder: Roma.

Polibo, na sua História, que abrange este período, faz o seguinte comentário: “Os romanos, em menos de cinquenta e três anos, conseguiram submeter a quase totalidade do mundo à sua autoridade, coisa nunca antes igualada.” Quando Jesus nasceu, a nação de Israel era dominada e governada pelo Império romano.

O evangelho segundo S. Lucas dá pormenores acerca dessa época, explicitando as razões políticas que levaram os Seus pais a Belém:
“Aconteceu, naqueles dias, que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse … E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. E subiu também José da Galileia, da cidade de Nazaré, na Judeia, à cidade de David, chamada Belém (porque era da casa e família de David), a fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida” (S. Lucas 2:1-4).

Para os romanos, Israel era apenas uma “província do império”, isto é, uma nação colonizada, e os cristãos não passavam de mais uma seita, como tantas outras que, naquela época, existiam em Israel, tal como os fariseus, os publicanos, os herodianos e os hesseniamos. O único ponto de realce é que a situação geográfica de Israel o tornava de algum modo um país estratégico. Por isso, os historiadores romanos de então não dedicam muita atenção a Jesus e aos Seus seguidores, tanto mais que o Seu discurso não era político e nas Suas palavras não havia qualquer incitação à sublevação.

Uma outra razão que pode explicar esse silêncio é que o período de vida pública de Jesus se limitou a pouco mais de três anos. É também sabido que grande parte da literatura contemporânea relativa ao Império Romano desapareceu, devido a incêndios ou a comportamentos vandalistas, ou ainda pela erosão do tempo. Por essa razão é extraordinário o facto de ainda encontrarmos documentos que são autênticos tesouros e que fazem referencia específica a Jesus de Nazaré.
2- Jesus nos escritos romanos não cristãos.
Plnínio, governador da Bitínia, numa carta dirigida ao imperador Trajano, dizia que “os cristãos adoram a Cristo como Deus e vivem uma moral estrita” Epitolas, X, 96. não é este um testemunho extraordinário da fé e vivência cristã desses primeiros crentes?

Tácito, cônsul no ano 97 d.C., diz que Cristo foi crucificado à ordem de Pôncio Pilatos e faz ainda referência à expansão do Cristianismo, bem como à perseguição que lhes era movida com o intuito de os destruir e para desmotivar outros a juntarem-se-lhes. Annales, XV, 44.

Suetónio, na sua célebre biografia do imperador Cláudio , faz também uma breve referência a Cristo e aos cristãos. Vita Caude, C. 23.

Celso, que viveu no século II, sob o reinado de Marco Aurélio, escreveu muito sobre o cristianismo e sobre a pessoa de Cristo. Os seus escritos são de grande valor pelo facto do seu objectivo ser denegrir e refutar o cristianismo, para o que diz possuir documentos que mais ninguém tem (Origne, c. II, 13). É um historiador que assume claramente a sua posição de inimigo, mas, por isso mesmo, ao fazer referência ao cristianismo e a Cristo, apresenta uma prova irrefutável da existência histórica de Jesus.

Flégon, nos seus escritos, menciona um eclipse do sol durante a morte de Jesus (Oriegene, Contra Celsum, II, 13, 33, 59). Ora, nós sabemos que as Escrituras dizem explicitamente que no momento em que Jesus morreu, “o sol se escureceu” (S. Lucas 23:45). É importante saber que todas estas fontes, com referências directas e abundantes a Jesus, são dignas de crédito.

3- Jesus nos escritos judaicos, não cristãos.
Se, durante o ministério de Jesus, os judeus O trataram dura e severamente, depois da Sua ressurreição e ascensão não deixaram de multiplicar lendas a Seu respeito, com o objectivo de O ridicularizar como Messias, isto é, como Ungido de Deus. Uma boa parte dessas histórias encontram-se no Talmude, livro dos ensinamentos rabínicos posteriores a Jesus. Do século IV d. C., em diante, as lendas, orais e escritas, tem manifestamente o objectivo de criar uma imagem negativa do Salvador. Muitas delas encontram-se compiladas num livro intitulado: Vida de Jesus (Samuel Krauss, Das Leben Jesu Judischen Quelle, Berlim, 1902, 22.

Flávio Josefo, patriota judeu e autor das famosas obras tais como; Antiguidades Judaicas e Guerra dos Judeus, escritas entre os anos 93 e 94 da nossa era, diz o seguinte: “Nesse tempo viveu Jesus, homem sábio, se é que se lhe pode chamar homem. Porque ele foi autor de coisas impressionantes, mestre daqueles que recebe a verdade com alegria. Ele conduziu muitos judeus e outros vindos do helenismo. Ele era o Cristo. E quando Pilatos ordenou a sua crucifixão, por denúncia dos principais do nosso povo, aqueles que o amavam não o abandonaram. De facto, ao terceiro dia, ele apareceu-lhes como lhes tinha prometido. Até hoje ainda subsiste o grupo chamado pelo seu nome, os cristãos.” (Flabio Josepho , Antiquitates XVIII, 3.3,3d. B. Niese IV. Berolini, Weidmann 1890, 151 ss).

Devemos precisar que esta obra também não foi escrita em favor do cristianismo, mas como celebração da glória do povo de Israel. Todas as seitas judaicas, bem como todos os movimentos de libertação e feitos históricos que ocorreram entre os reina do imperador Augusto e a destruição de Jerusalém, no ano 70 d. C., estão aí mencionados. Mas, para os cristãos, a maneira como Jesus é referido nesta obra tem grande importância histórica.

Na verdade, só a incredulidade pode constatar a existência de Jesus, porque, de facto, a Sua vida, morte e ressurreição, embora historicamente provados, são, aos olhos humanos, “inacreditáveis”. Esta foi a atitude de um dos próprios discípulos de Jesus, de nome Tomé. Ele teve dificuldade em acreditar que Jesus ressuscitara e estava vivo, vivo para sempre, e declarou aos seus companheiros: “Se eu não vir o sinal dos cravos nas Suas mãos, e não meter o dedo no lugar dos cravos, e não meter a minha mão no Seu lado, de maneira nenhuma o crerei.” Então, oito dias depois, o Divino Ressuscitado apareceu outra vez aos Seus discípulos e disse a Tomé: “ Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente. Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu e Deus meu” (João 20:27,28).

Também eu, em certo período da minha vida, disse: “Não acredito que Jesus tenha existido e seja real.” Mas um dia Ele iluminou esta parte da minha alma que estava obscurecida e isso permitiu-me alcançar dimensões de paz e equilíbrio interior que antes não tinha.

Você pode, igualmente, viver esta experiência. Quando caminhar calmamente, ao longo do mar, ou de um pequeno riacho, na serra ou no vale, no silêncio da natureza, diga a Jesus: “Eu preciso de Ti, por favor, vem e manifesta-Te”. Se não sentir nada continue a sua vida, porém, se Ele se manifestar como foi o meu caso ore e diga como Tomé: “Eu creio em Ti, Senhor meu e Deus meu!”

Jesus ainda tem todo o poder que manifestou quando apareceu aos discípulos e em particular a Tomé. Ele continua a ir ao encontro de muitas pessoas incrédulas, mas que no fundo da alma sentem um vazio e são sinceras. Esta – confesso – foi a minha experiência e creio que pode ser a sua também.

Deus o abençoe.

25/01/2009

O CÓDIGO DA VINCI O "SABICHÃO"

O Código Da Vinci é o maior fenómeno literário depois de Harry Potter. Desde a sua publicação, em Abril de 2003, O Código da Vinci vendeu mais de 60 milhões de exemplares nos Estados Unidos. Foi traduzido em 45 idiomas e é um sucesso de vendas em 150 países. A rede de televisão ABC produziu um programa de uma hora com base no livro. Ele esteve na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times durante dois anos, e esteve no topo, ou perto do topo, cerca de 50 semanas. Esteve também na lista dos livros mais vendidos da Amazon.com. De acordo com alguns críticos, esse livro fictício faz os leitores questionarem tudo em que acreditavam sobre Jesus Cristo e a Bíblia.
Pete Yazzolino, The Da Vinci Code: Separating Fact from Fiction.

A história tem como pano de fundo um enredo de carácter religioso e "histórico" que são reivindicados como "factos". Na verdade são um argumento que outro objectivo não tem a não ser combater o ensino cristão. Por exemplo, o livro diz que os cristãos primitivos não acreditavam na divindade de Cristo, que a ressurreição não aconteceu e que a nossa Bíblia é o resultado de uma luta política do imperador romano Constantino.

Os leitores à medida que entram na leitura do livro são literalmente absorvidos na história que se desenvolve em ritmo rápido e cheia de suspense que assume tudo como verdade sem sequer se terem disso consciência. Perdem o espírito crítico. Devemos confessar que o autor tem uma “arte” singular para contar histórias e aproveita-a muito bem no sentido de “hipnotizar” o leitor no sentido deste não pesnar. Isto acontece com os filmes, e Hollywood transformou O Código Da Vinci num um filme.

Podemos, e admito que assim seja, que ao ler o livro muitas pessoas pensem: "Nenhuma pessoa racional levaria esta história a sério." Isso é exactamente o que um líder evangélico pensava - até que começou a conversar com pessoas que tinham lido o livro. Ele descobriu que o livro endurece a descrença daqueles que não são cristãos e leva os pesquisadores honestos para longe do cristianismo. O livro conseguiu confundir milhares de cristãos.

A Bíblia alerta para o facto de sermos sóbrios (não levados pelas emoções) e vigilantes. Há um inimigo das nossas almas que procurar todas as oportunidades para ferir a nossa fé e desviar-nos de Jesus. 1 Pedro 5:8

Jesus claramente chamou a atenção para não nos deixarmos enganar. O apóstolo Paulo fez a mesma advertência. A Bíblia diz:
"E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane." Mateus 24:4
"Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs subtilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." Colossenses 2:8
"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios." 1 Timóteo 4:1
Existem alguns princípios bíblicos que nos ajudam a proteger da confusão que Satanás através de homens, instituições ou governos (Génesis 3), neste capítulo encontramos indicadores fundamentais:

1- Foi isso que Deus disse?
"Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?" Génesis 3:1
Foi assim que Deus disse? Por outras palavras, Deus realmente disse isso? Ele realmente quis dizer isso? Podemos confiar naquilo que Deus diz?
A intenção é introduzir a dúvidas sobre a credibilidade e fiabilidade daquilo que Deus disse. Em termos práticos, isso significa tentar confundir a nossa confiança na Bíblia.

2- Pretensão a “sabichão”.
"Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis." [Génesis 3:4]
Por outras palavras, "Sou o especialista. Ouve o que eu digo. Sei mais do que Deus e mais do que tu."
A esse nível tenta substituir a nossa confiança em Deus pela confiança no "especialista". É também uma tentativa de tentar substituir os nossos motivos para obedecer a Deus.
Paradigma do que estamos a dizer é o caso de Jim Jones. Ele começou a pastorear uma igreja e tornou-se líder de uma seita. Convenceu os seus seguidores irem até a Guiana, na América do Sul, onde eles viveram como uma comunidade isolada (Jonestown).
A certa altura os ensinos de Jim Jones derivaram de tal maneira que começou a contraditar claramente as Escrituras. Alguns de seus seguidores ao principio duvidaram e colocaram em causa os seus ensinos, e abanoram o grupo, outros acabaram por lhe dar ouvidos e colocaram de parte o que diz a Escritura Sagrada. Em 1978, os que permaneceram com ele (mais de 900 homens, mulheres e crianças) morreram envenenados num suicídio/assassinato em massa.
Essa é uma vívida ilustração da importância de ouvir a Deus em vez de dar ouvidos aos "sabichões". Quando o "sabichão" contradiz as Escrituras, então precisamos seguir a Bíblia.

3- Fazer crer que Deus não quer o melhor para o ser humano.
"Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal." [Génesis 3:5]
Este texto, quer dizer: Deus não quer a vossa felicidade, não quer que desfrutem plenamente. Deus está a privar-vos de coisas boas. Se tu fizeres as coisas como eu digo, então poderás experimentar essas coisas boas.

Esta fase o tentador está a dar motivos para desobedecer a Deus. Além disso, ele promete independência. Ele diz que podemos ser como Deus e fazer as coisas à nossa maneira, sem ter que dar satisfações a ninguém e menos a Deus. Satanás o “sabichão” ou instrumentos guiados por ele tentam dar-nos razões para pensar e sentir que é correcto ignorar o que Deus disse e fazer o que quisermos fazer.

"Sereis como Deus" é a essência das falsas promessas dos ensinos da Nova Era. O exemplo mais claro disso foi quando a actriz Shirley MacLaine disse: "Eu sou Deus!”

Algumas deformações amplamente aceitem.
Existem pessoas que afirmam que as coisas importantes foram removidas da Bíblia. Esse é um exemplo do estágio do engano que tenta fazer-nos acreditar que Deus está a reter algo de nós.
A primeira vez que ouvi isso foi na forma de uma reivindicação que passagens das Escrituras que apoiam a reencarnação tinham sido removidas da Bíblia. Mas isso é fisicamente impossível. Existem milhares de papiros e rolos de manuscritos que foram espalhados por todo o mundo conhecido. Não havia forma de todos serem encontrados. E não havia modo de alterá-los. Podemos arrancar uma página de um livro encadernado, mas não podemos remover um segmento de um rolo e mantê-lo intacto.

O Código Da Vinci gira em torno desse tema. Ele afirma que no século IV, o imperador Constantino fez alguns "evangelhos" gnósticos serem removidos da Bíblia. Mas Constantino não teve nada que ver com o conteúdo do Novo Testamento. O cânon do Novo Testamento já estava definido quando Constantino assumiu o poder.

Por volta do tempo de Orígenes (185-254), havia concordância geral sobre a maior parte do Novo Testamento. Ninguém questionava quais evangelhos deveriam ser incluídos. Havia concordância geral sobre a maior parte das epístolas. Entretanto, havia discórdia sobre se as seguintes seis epístolas deveriam fazer parte do cânon do Novo Testamento: Hebreus, Tiago, 2 Pedro, 2 João, 3 João e Judas. Isto foi 50 anos antes de Constantino se tornar imperador de Roma. (Ele governou de 306 a 337.)

Se quiser ler citações dos "evangelhos" gnósticos, rapidamente se tornará óbvio para si que eles nunca foram incluídos na Bíblia. Eu já li alguns trechos do "Evangelho de Tomé" e de outros evangelhos gnósticos. Eles são confusos; a linguagem parece vagamente bíblica, mas as ideias não fazem sentido. Existe uma ênfase em segredos. (Em contraste, Jesus Cristo ensinava abertamente.)

Aqui estão dois exemplos de ensinos gnósticos. De acordo com o "Evangelho de Tomé", Jesus fez as seguintes afirmações:
"Aquele que estiver familiarizado com o pai e mãe será chamado o filho de uma prostituta."
"Porque toda a mulher que se fizer de homem entrará no reino dos céus."
(Não é erro de impressão ou qualquer coisa parecida. O "Evangelho de Tomé" realmente diz esse tipo de coisa. E ele afirma que Jesus ensinava isso. Talvez isso faça sentido para quem esteja num "estado alterado de consciência.")
Se quiser compreender o gnosticismo e a sua influência nas igrejas modernas, leia Pagans in the Pews, de Peter Jones (Regal Books, 2001). Esse livro traz citações de vários "evangelhos" e outros escritos gnósticos.

Alguns "sabichões" contrários à Bíblia.
Um exemplo de um "sabichão" antibíblico é Sigmund Freud, o Pai da Psicanálise. A Bíblia tem padrões claros para a moralidade sexual. Mas quando apareceu Freud a dizer que a moralidade bíblica produz repressão e doença mental. Era suposto que os cristãos “inteligentes” deveriam dar ouvidos ao “sabichão” Freud ou confiar naquilo que Deus diz na Bíblia.

Os "especialistas" podem enganar-se e tentar enganar-nos. Deve certamente lembrar-se do Relatório Kinsey? Muitas pessoas acreditaram no "especialista" em vez de confiar na Bíblia. A pesquisa do Dr. Kinsey é a base para a maior parte da Educação Sexual moderna. Ela também contribuiu para a revolução sexual dos anos 1960. Kinsey tem sido acusado de realizar uma pesquisa fraudulenta e por ser responsável pelo abuso sexual de centenas de crianças.

Outro "especialista" é o bispo episcopal John Shelby Spong. Ele escreveu um livro intitulado Why Christianity Must Change or Die. Ele tentou destruir a fé das pessoas nas doutrinas cristãs mais fundamentais, como a ressurreição de Jesus Cristo e a expiação (Cristo morreu para nos salvar dos nossos pecados). Basicamente, a ideia dele parece ser que, para ser relevante no mundo moderno, o cristianismo precisa deixar de ser cristão. Spong diz que vivemos num mundo que tornou a "visão teísta tradicional de Deus inoperante".

O bispo Spong não está só. Existem professores de seminários que ensinam a mesma coisa. Michael S. Rose escreveu sobre esse problema e ensinou em muitos seminários católicos, no seu livro Goodbye, Good Men. Eu já li sobre coisas similares em alguns seminários protestantes.
O Código Da Vinci

De acordo com O Código Da Vinci, Jesus era apenas um homem comum que não era divino, não morreu pelos nossos pecados e não ressuscitou. Em vez disso, casou-se com Maria Madalena e teve pelo menos um filho dela.

O "Jesus" retratado no O Código Da Vinci não é o Senhor Jesus Cristo da Bíblia. Jesus nos admoestou que surgiriam "falsos Cristos" [Mateus 24:24] Esse é um deles. Embora seja apenas uma figura mental num livro fictício, ele tem desviado pessoas reais do Jesus Cristo real.

O Código Da Vinci fortalece a descrença das pessoas que não são cristãs. Ele afasta os sinceros a buscar a verdade que se encontra nos Evangelhos e que é redentora, confortadora e a única que traz a paz, esperança e futuro.

De acordo com O Código Da Vinci, há uma antiga sociedade secreta chamada Priorado de Sião que preservou as informações sobre Jesus e Maria Madalena e os seus descendentes. Entretanto, o Priorado de Sião que é retratado no livro é um embuste. Como veremos, ele nunca existiu; foi uma combinação de história inventada com documentos forjados.
As informações a seguir vêm de Cracking Da Vinci's Code, de James L. Garlow e Peter Jones, e de alguns artigos disponíveis na Internet. Você pode ler sobre Pierre Plantard e seu falso Priorado de Sião on-line.

Existiram três Priorados de Sião. O primeiro (entre 1100 a 1617) foi legítimo. Ele foi um grupo de monges católicos que honravam a virgem Maria sob o título de Nossa Senhora de Sião. (Em francês, "Sião" é escrito "Sion"). Essa era a devoção católica tradicional à virgem Maria, por monges reais, num priorado real (um priorado é um tipo de mosteiro ou convento.)
No século XX, houve dois Priorados de Sião que foram criados por Pierre Plantard, um francês que viveu de 1920 a 2000. Plantard foi condenado por fraude e por apropriação indevida em 1953. O seu primeiro Priorado de Sião começou em 1956. Era um clube social com um jornal.
Teve a duração de um ano.
O segundo Priorado de Sião é o importante, em termos de teoria da conspiração e O Código Da Vinci. Plantard começou este projecto no início dos anos 1960. Ele falsificou a existência do Priorado e tentou fazê-lo parecer antigo. (Como veremos, Plantard mais tarde testemunhou que aquilo foi uma fraude.)

Plantard era um ocultista. Ele admirava Hitler e foi influenciado por um homem pró-nazistas chamado Evola, que acreditava que a humanidade deveria ser governada por um 'governo da elite espiritual'.

O Priorado de Sião fraudulento de Plantard é supostamente uma antiga sociedade secreta que preservou os registos da linhagem sanguínea de Jesus e de Maria Madalena. (Plantard afirmava ser um desses descendentes.)

De modo a fazer essa sociedade secreta parecer legítima, Plantard forjou documentos e colocou-os em locais de credibilidade, como em museus franceses. Ele até forjou certificados de autenticação para acompanharem os documentos. (Isso pôde ser feito falsificando-se as assinaturas de especialistas já mortos e que, portanto, não podiam ser questionados.)

Um empresário francês chamado Noel Corbu comprou uma propriedade que pertencera anteriormente a um rico sacerdote chamado Berenger Sauniere. (O padre tinha enriquecido com a venda de missas. Ele anunciava em revistas e jornais e recebia dinheiro de católicos de toda a França. Quando o bispo tomou conhecimento disso, Sauniere foi suspenso de seu ofício sacerdotal.)

Corbu afirmava que, num lugar nessa da propriedade, havia um esconderijo secreto com os documentos sobre os supostos descendentes (a linhagem sanguínea) de Jesus e Maria Madalena. Noel Corbu conhecia Pierre Plantard. Eles escreviam cartas um para ao outro. (As cartas deles foram preservadas.) E havia fotografias dos dois homens juntos. Isso parece ser outra tentativa de fazer o Priorado de Sião parecer real. Pode também ter havido motivos financeiros. Corbu tinha um hotel e um restaurante na propriedade. Rumores intrigantes podem atrair pessoas curiosas, que então precisam de um lugar para se hospedar (o hotel) e um lugar para comer (o restaurante). Pessoas vinham de longe para pesquisar os documentos e outros tesouros escondidos, mas ninguém nunca encontrou coisa alguma.

Em 1993, Roger-Patrice Pelat foi assassinado. Dizia-se que era o grão-mestre do Priorado de Sião. Por causa da suposta relação com Pelat com o Priorado de Sião, as autoridades francesas interrogaram Pierre Plantard sobre o homicídio. Plantard disse que o Priorado de Sião não existia. Ele testemunhou que tinha "inventado tudo". As autoridades francesas fizeram uma busca na casa de Plantard e encontraram muitos "Documentos do Priorado", alguns dos quais diziam que Plantard era o "verdadeiro rei da França".

Michael Baigent, Richard Leigh, e Henry Lincoln acreditaram nas histórias sobre o Priorado de Sião. Eles foram enganados pelos documentos forjados por Plantard. Eles escreveram o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Esse livro influenciou outros autores, e mais livros foram escritos sobre o Priorado de Sião. O mais popular é O Código Da Vinci, de Dan Brown. Ele afirma que Leonardo Da Vinci foi um grão-mestre do Priorado de Sião, e algumas de suas pinturas têm símbolos relacionados com o suposto relacionamento entre Jesus e Maria Madalena.

A capa de O Código Da Vinci diz (em letras minúsculas) que o livro é um conto/ficção. Entretanto, o próprio livro afirma que a suas asserções são "factos" aceitos pelos historiadores e eruditos. Quando Dan Brow foi entrevistado pela rede ABC de televisão, ele disse que as informações no livro são exactas. Em uma entrevista em Borders, Dan Brown disse que toda a história retratada no O Código Da Vinci é verdadeira. Inúmeros sítios na Internet têm citações do livro e tratam as afirmações históricas e religiosas como sendo verdadeiras.

A maioria dos ensaístas e autores diz que o livro é uma história bem escrita em que a acção ocorre a ritmo rápido. Alguns dizem que os personagens são bidimensionais. Isso pode estar relacionado com a acção rápida da história. O desenvolvimento de um personagem leva tempo, o que torna as coisas mais lentas e faz o leitor pensar, ao contrário de reagir emocionalmente ao suspense e à intriga.

Para uma pessoa adulta e madura, as afirmações de um homem não-existente num livro de ficção podem não parecer significativas. Mas eu tive uma experiência que me faz levar isso muito a sério.
Certa vez eu estava a comer num restaurante, quando havia poucos fregueses e o empregado de mesa tinha tempo para conversar comigo. Ele era uma excelente pessoa. Era estudante de faculdade que tinha crescido num lar cristão. Ele disse algumas coisas estranhas e eu respondi com a verdade bíblica e ele disse: "Mas o Alquimista diz..."

Aquele jovem tinha lido um livro no qual havia um personagem chamado "Alquimista", que era retratado como um sábio. Ele encontrava pessoas com problemas e dizia palavras de "sabedoria" que as ajudavam.

Eu disse ao jovem que as afirmações do Alquimista eram ensinos da Nova Era. Embora aquele rapaz tivesse crescido num lar cristão, e tivesse ido à igreja na sua juventude, isso não teve grande impacto na sua vida. Quando ele dizia algo que reflectia o ensino da Nova Era e eu respondia com a perspectiva cristã, ele repetia: "Mas o Alquimista diz..."
Por fim tive que lhe dizer que "alquimista" é uma palavra antiga e que significa um bruxo. Mas isso também não teve impacto nele.

As palavras "sábias" de um personagem do faz-de-conta num livro tiveram maior impacto na mente daquele rapaz do que todos os anos anteriores de instrução bíblica num lar cristão e numa igreja cristã. Como resultado da minha experiência com aquele jovem, encaro O Código Da Vinci com muita seriedade.

Um cristão maduro, que está bem enraizado na fé, provavelmente subestimará o impacto que esse tipo de livro pode ter nos jovens, que se deixam impressionar com facilidade. Além disso, existe o agravante de vivermos numa sociedade televisiva em que as pessoas jovens normalmente não lêem muito.

Se você acreditar naquilo que Dan Brown diz no O Código Da Vinci, então abandonará a sua crença no Deus da Bíblia e a substituirá por uma forma de adoração a qualquer deus ou deusa pagã. Você negará a divindade de Jesus Cristo e que Ele ressuscitou dentre os mortos. Você não acreditará que Jesus morreu para salvá-lo dos seus pecados e pensará que as suas novas crenças são superiores ao verdadeiro cristianismo.

Agora que o livro foi transformado num filme, os jovens estarão sob risco ainda maior. Os filmes têm um forte impacto emocional. Se as pessoas ficarem presas à acção e ao suspense do filme, então poderão engolir alguns dos erros religiosos sem perceber, porque estarão distraídas pela acção no filme. Os jovens estarão especialmente vulneráveis a isso pois ainda não têm o discernimento dos cristãos mais fortes e maduros.

24/01/2009

JESUS CONTINUA A SER ESCARNECIDO

Em 2006/7 foi a “grande” descoberta 'O Código Da Vinci... Desde então especulações sobre Jesus não têm faltado. Jesus tornou-se de um momento para o outro o centro do escárnio e o escárnio um meio de ganhar fortunas. As coisas saltam desde o casamento de Jesus com Maria Madalena até à descoberta do túmulo de Jesus em Jerusalém com provas “cientificas” de ADN sobre os Seus familiares. Numa entrevista feita pelo programa Larry King Live, James Cameron, o produtor do documentário, disse como se fosse uma grande coisa: “Agora temos provas cientificas de que Jesus existiu. Foi um ser histórico. De facto, isto é o cúmulo da ignorância porque nenhum historiador sério em toda a História duvidou da Sua autenticidade.
"Todos os arqueólogos confirmam a natureza da descoberta." Canal Discovery

"O professor Amos Kloner, um arqueólogo de Jerusalém que acompanhou oficialmente os trabalhos da tumba... rejeitou as afirmações. 'É uma óptima história para um filme de televisão... Mas é impossível. É uma brincadeira.'... Não existe possibilidade de Jesus e os seus parentes terem uma tumba familiar... Eles eram da Galileia e não tinham vínculos em Jerusalém." David Horovitz, "New film claims Jesus buried in Talpiot," 25 de Fevereiro de 2007,
Isto é ciência? Uma piada de mau gosto? Ou parte de uma batalha que se está intensificando contra as verdades imutáveis — uma vil zombaria ao Deus da Bíblia e do significado da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo?

Não é preciso muito discernimento para constatar a verdadeira natureza das "teorias" ocas usadas para validar as fabricações "científicas". Mas, é triste dizer, numa sociedade que se pretende de pessoas de mentes abertas e de diálogo politicamente correctos, existe pouca resistência para essas mensagens enganosas da parte dos meios de comunicação! Aqueles que são dirigidos pelo marketing manipulam a seu belo prazer estas mentes abertas.

O produtor James Cameron e o director Simcha Jacobovici do filme documentário A Tumba de Jesus, do canal pago Discovery, apresentam evidências enganosas, conclusões falsas e uma tumba também falsa — uma tumba mais acessível e "convincente" do que a real.

"Jacobovici mostra imagens feitas por uma câmara que foi introduzida por uma tubulação até a tumba. A maioria dos espectadores não compreenderá que essa não é a mesma caverna, disse o professor Kloner." Julie Stahl, "Jesus Tomb' Filmmakers Should Be Ashamed, Archeologist Says", Ele deve saber, pois acompanhou os trabalhos originais.

"Em grande parte o filme foi rodado em cenários recriados a partir dos desenhos e fotografias tiradas daquelas [falsas] obras, disse ele. Numa cena, os ossários [caixas de ossos de calcário] são mostrados cobertos por poeira que é removida para revelar as inscrições... Mas não foi desse modo que eles foram descobertos... O documentário foi criado de acordo com a imaginação das pessoas'... Não aceito a afirmação que essa tumba foi o local de sepultamento da família de Jesus." Julie Stahl, "Jesus Tomb' Filmmakers Should Be Ashamed, Archeologist Says", http://www.cnsnews.com/ViewForeignBureaus.asp%20Page=/ForeignBureaus/archive/200703/INT20070301a.html

Os dois cineastas podem ter sido dirigidos unicamente pelo propósito de ganhar fama e dinheiro. Mas os agentes de transformação que os apoiaram têm uma missão mais revolucionária.
Portanto, antes de refutarmos as sugestões absurdas do canal pago Discovery, lembremo-nos que a vasta maioria dos mestres dos meios de comunicação de hoje aderiram à cruzada para a transformação global. Eles partilham um plano; a destruição do cristianismo.

Como as certezas bíblicas funcionam como uma barreira contra o pensamento de grupo e as ilusões dialécticas, o que poderia servir melhor aos propósitos globais do que deturpar o coração do evangelho cristão: a pureza, a morte, sepultamento e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo? O tempo em que essa farsa está acontecer não é acidente. Essa nova "revelação" — que está a acontecer depois do lançamento do The Secret — veio à tona a tempo de corromper a celebração da ressurreição de Cristo na mente de muitas pessoas em todo o mundo.

Tudo faz sentido quando nos lembramos que o canal pago Discovery faz parte de uma teia de meios de comunicação chamado Discovery Communications. Nos últimos anos, o seu vice-presidente para Política Pública e Comunicações é Donald A. Baer, um influente membro do Conselho das Relações Internacionais (o CFR) e um "ex-assistente do ex-presidente Clinton para Planeamento Estratégico e Comunicações" [Veja CFR: Task Force Members]

A comunicação estratégica — seja propaganda directa, censura nos meios de comunicação, ou factos "convenientes" — é vital para o plano do CFR para uma Nova Ordem Internacional. [Como Aldous Huxley advertiu em Admirável Mundo Novo Revisitado (a sua actualização de 1958 de Admirável Mundo Novo), a ênfase na manipulação psico-social foi estabelecida há muitos anos.

"Existem dois tipos de propaganda — propaganda racional em favor da acção que é consonante com o interesse próprio esclarecido daqueles que a criam e daqueles para quem ela é dirigida, e propaganda não-racional que não é consoante com o interesse próprio esclarecido de ninguém, mas é ditada e apela à paixão..."

"A propaganda a favor da acção que é consonante com o interesse próprio esclarecido apela à razão por meio de argumentos lógicos baseados nas melhores evidências disponíveis plena e honestamente apresentadas. A propaganda em favor da acção ditada pelos impulsos que estão sob o interesse próprio oferece evidências falsas, distorcidas ou incompletas, evita argumentos lógicos e procura influenciar as suas vítimas pela mera repetição de algumas frases, pela furiosa denúncia de bodes expiatórios internos ou externos e associando engenhosamente as paixões mais baixas com os ideais mais nobres, para que as atrocidades sejam perpetradas em nome de Deus..."

"O poder de responder à razão e verdade existe em todos nós. Mas assim, infelizmente, também a tendência de responder à irracionalidade e à falsidade — particularmente naqueles casos em que a falsidade evoca alguma emoção agradável, ou em que o apelo à irracionalidade produz algum sentimento de resposta dos instintos mais primitivos, provocadas normalmente por mensagens subliminares... "

"Portanto, a comunicação de massas, não é boa nem má; é simplesmente uma força e, como tal, pode ser usada para o bem ou para o mal. Usados de um modo, a imprensa, a rádio e o cinema são indispensáveis para a sobrevivência da democracia. Usados de outro modo, estão entre as armas mais poderosas no arsenal de um ditador..."

"No Oriente totalitário, há uma censura política e os meios de comunicação de massas é controlada pelo Estado. No ocidente democrático, existe a censura económica e a comunicação de massas é controlada pela Elite do Poder..." Aldous Huxley, Brave New World Revisited (New York: Perennial Library, 1958), pg 32-35

Não sendo uma parte pequena dessa Elite do Poder, a Discovery Communications exerce a sua influência de transformação de mentes por meio da sua vasta rede de operações globais que inclui o Discovery Channel, Animal Planet, Discovery Health Channel, Discovery Kids, Discovery Times Channel, TLC, Travel Channel, The Science Channel, Military Channel, Discovery Home Channel, Discovery em Espanhol e dezenas de outros. Será difícil imaginar o tipo de acontecimentos e cosmovisões esse sistema gigantesco de Comunicação promove? Ou quais censura?

Vejamos a página na Internet sobre 'A Tumba Perdida de Jesus'. Dizem que "centenas de tumbas e milhares de ossários (caixas de ossos de calcário) já foram descobertos em Jerusalém... Uma dessas tumbas descobertas continha dez ossários. Seis dos ossários nessa tumba contêm inscrições. Cada inscrição nessa tumba em particular relaciona-se com os evangelhos." "The Lost Tomb of Jesus" http://dsc.discovery.com/convergence/tomb/about/about.html
Mas isto não é verdade! Considere as afirmações e a evidência em contrário:
* Todas as principais epígrafes concordam com relação às inscrições."

Não é verdade! Steve Caruso, um tradutor profissional na Aramaic Designs, estuda o aramaico há quase dez anos. Descodificar a escrita e os traços imprecisos não é nada fácil:
"De todas as inscrições, a que é atribuída a Jesus é a mais difícil de compreender e, como resultado, a mais difícil de interpretar... Honestamente não consigo ver como Bar ou 'filho (de)' foi implicado, mas isso não é totalmente claro ou coerente. Com Yeshua ou 'Jesus', entretanto, tive uma grande dificuldade..." Steve Caruso, Aramaic Designs.

"Isto não é académico e nem científico", disse o professor Kloner, o gerente da pesquisa original. Rejeitando totalmente as afirmações do Discovery Channel, ele "notou que o documentário gasta cerca de dez minutos a falar sobre o 'ossário perdido', sugerindo que ele poderia ser o mesmo ossário que apareceu alguns anos antes nas mãos de um distribuidor de antiguidades". Ele lembra que "Os especialistas mais tarde desacreditaram o ossário (que tinha a inscrição 'Tiago, filho de José, irmão de Jesus') como uma falsificação e uma fraude."

A Wikipedia cita David Mavorah, curador do Museu de Israel em Jerusalém, que diz: "Sabemos que nomes como José, Jesus e Mariamene estavam todos entre os mais comuns daquele período. Iniciar dizendo que todos esses nomes aparecem juntos em uma única tumba e depois dizer que essa é a tumba de Jesus é um pouco exagerado, para dizer o mínimo."

* "Todos os arqueólogos confirmam a natureza da descoberta." "The Lost Tomb of Jesus" http://dsc.discovery.com/convergence/tomb/about/about.html
Não é verdade! "Há vários anos que conheço a existência desses ossários e assim também muitos outros arqueólogos", diz o professor aposentado William Dever, a quem muitos eruditos nos EUA consideram "o deão da arqueologia bíblica". "Nenhum de nós pensou que aquilo era uma grande coisa, porque esses nomes judaicos eram muito comuns naquele período", ele explicou. "Isto é não passa de publicidade, que deixará essas pessoas muito ricas, mas decepcionará milhões de pessoas inocentes que não sabem o suficiente para separar o fato da ficção." Alan Cooperman, "Jesus tomb claim denounced" The Honolulu Advertiser, de Março de 2007,

Outros concordam. "Importantes arqueólogos em Israel e nos Estados Unidos estão a denunciar a pretensa descoberta da tumba de Jesus como meio de publicidade", escreve Alan Cooperman no seu artigo "Jesus tomb claim denounced". E continua:
"É repulsivo a afirmação do Discovery Channel de ter encontrado o local do sepultamento de Jesus, de Maria Madalena e, o que é mais explosivo, do possível filho de ambos, vieram não somente de eruditos cristãos mas também de especialistas judeus e seculares que disseram que seus julgamentos não tiveram pudor por qualquer desejo de preservar a ortodoxia cristã."
"Todo esse caso (da tumba de Jesus) está furado do início ao fim", disse Jodi Magness, um arqueólogo na Universidade da Carolina no Norte em Chapel Hill. Ele disse: "…os cineastas armaram tudo como se fosse um debate académico legítimo, quando a vasta maioria dos eruditos especializados em arqueologia daquele período rejeitou totalmente isso."

* O filme também documenta a extracção de ADN dos restos humanos encontrados em dois dos ossários e revela nova evidência que lança luz sobre o relacionamento de Jesus com Maria Madalena." "The Lost Tomb of Jesus" http://dsc.discovery.com/convergence/tomb/about/about.html

Não é verdade! Essa afirmação absurda esconde a verdade que ninguém testou ou armazenou estes dois mil anos o ADN de Jesus! Testes de ADN para determinar a identidade — mesmo nos mais prestigiosos laboratórios — não significam nada se não houver uma amostra original que sirva para comparação. Testar a associação do ADN de indivíduos ou de membros de família desconhecidos pode parecer "científico", mas não prova coisa alguma sobre nosso Senhor!
Não somente o Discovery Channel divulga a sua mensagem blasfema sobre o estandarte prestigioso da "ciência", mas também invoca os mistérios ocultos que estão por trás do gnosticismo. A afirmação a seguir, do director Simcha Jacobovici, (publicada no sítio do Discovery Channel na Internet) mostra como essas heresias escondidas por tanto tempo eram importantes para os cineastas.

A dramatização filmada de Maria, Jesus e a falsa tumba feita pelo Discovery Channel e a falsa tumba torna tudo o mais crível. Para um mundo que está em busca de emoções espirituais, essa "história" gnóstica com as suas imagens dramatizadas podem parecer demasiado real para se resistir.

Conclusão
Os ataques actuais ao cristianismo estão bem sincronizados e cada vez mais ousados. Mas eles não nos devem surpreender. Cegas pela torrente interminável de distracções e entretenimentos que o mundo oferece, as massas não têm muito tempo para as verdades, os factos e a lógica vitais que permitiriam resistir ao engano.

Não sabemos qual será a natureza dos próximos ataques a Deus e ao Seu povo, mas conhecemos o Deus que reina no nosso meio. Estejamos prontos para permanecer firmes n´Ele quando esses ataques acontecerem.

"Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno." [1 João 5:19]

"Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne. Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; e estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência." [2 Coríntios 10:2-6]